Uma auditoria do Ministério da Previdência Social revelou que a habilitação do Banco Master para receber R$ 400 milhões em letras financeiras da Amapá Previdência (Amprev) foi feita com base em análises de outros fundos de pensões municipais. O documento, com sigilo, indica que ao menos três cidades em estados diferentes apresentaram documentos idênticos para avaliar o Master, variando apenas o valor dos contratos. A auditoria aponta 'copia e cola' em análises que liberaram R$ 400 milhões para o Banco Master. O presidente da Amprev disse que aporte de R$ 200 milhões no Banco Master "tirou um peso das costas".
A conclusão da auditoria é que a Amprev e outros fundos de pensão terceirizaram indevidamente a análise de habilitação do Banco Master. A prática levanta suspeitas sobre a lisura dos processos de investimento que autorizaram a aplicação de recursos públicos. O FGC aprova plano emergencial para cobrir rombo do Banco Master e a PF avança e se aproxima de relatório final no caso Master.