Nesta quinta-feira (26), Donald Trump voltou a causar polêmica ao repetir uma das suas afirmações mais controversas e desacreditadas sobre o tema de preços de remédios nos Estados Unidos. Durante um evento de campanha, o ex-presidente afirmou que os custos podem cair até 1.500%, uma cifra considerada absurda por especialistas e amplamente desacreditada por analistas econômicos.
Trump insiste em números impossíveis
Desde seu mandato, Trump costuma lançar números exagerados ao falar sobre economia e saúde. Em ocasiões anteriores, alegou que os preços de medicamentos poderiam cair em até 1.400% ou 1.500%, um valor considerado impossível por economistas. “Se implementarmos nossas políticas, os preços irão despencar mais de 1.500%”, afirmou o ex-presidente, sem oferecer dados concretos que sustentem tal afirmação, diz a análise do HuffPost.
Reação da internet e especialistas
Usuários das redes sociais não deixaram barato e imediatamente reagiram às declarações de Trump, com muitos considerando a afirmação como mais uma de suas “maths” (matemática) fantasiosas. “Mesmo na política, é preciso um mínimo de lógica”, comentou um internauta no Twitter. Especialistas também foram unânimes ao criticar a alegação, lembrando que reduções desse nível são inverossímeis e não encontram respaldo na ciência econômica.
Histórico de números exagerados
Trump já foi criticado anteriormente por suas declarações sobre porcentagens e números que desafiam a lógica. Segundo o HuffPost, ele manipulou dados em diversas ocasiões, apresentando números fictícios para sustentar suas propostas ou avaliações de governo.
Impactos e o que esperar
Apesar de sua narrativa exagerada, Trump mantém uma base de apoiadores que valoriza sua promessa de mudanças radicais e redução de custos. Especialistas alertam que afirmações como essa podem prejudicar a credibilidade do político e confundir o público sobre os reais avanços possíveis na área de saúde.
A expectativa é que em breve Trump continue usando declarações radicais para reforçar seu discurso, mesmo com a rejeição generalizada da comunidade científica e dos analistas econômicos.