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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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Política

Karoline Leavitt compartilha teoria religiosa sobre morte de Charlie Kirk

<p> Leavitt associa terramoto de Utah a sinais divinos após assassinato de Charlie Kirk, gerando críticas por suas afirmações controversas</p>

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Nesta terça-feira, Karoline Leavitt, ex-assessora da Casa Branca, publicou uma teoria religiosa inusitada em suas redes sociais, relacionando um terremoto de 4,1 graus na escala Richter no estado de Utah ao assassinato do ativista conservador Charlie Kirk. A teoria sugere que o evento natural seria um sinal de ira divina, uma interpretação carregada de simbolismos bíblicos e religiosos.

Interpretação religiosa do terremoto de Utah

Leavitt afirmou que, na Bíblia, o número 40 representa provas, enquanto o 41 indica uma mudança. Ela destacou que o terremoto ocorreu às 5h57 na hora local, às 7h57 na hora do leste dos EUA, associando esses momentos às escrituras sagradas. Segundo a ex-assessora, "Atos 7:57 descreve Estêvão, o primeiro mártir cristão, sendo apedrejado enquanto sua verdade era silenciada. A Bíblia diz que a terra treme quando Deus está irado. Naquela noite, enquanto uma voz era silenciada, o chão gemeu."

Conexões entre eventos violentos e sinais divinos

O terremoto ocorreu a cerca de 150 milhas de Vernal, Utah, local onde Charlie Kirk foi baleado no mesmo dia. Leavitt associou o tragédia a forças demoníacas e afirmou que "há uma força demoníaca se movendo enquanto um maniaco transgênero dispara tiros contra fiéis em uma escola católica." Ela também criticou líderes progressistas por reduzirem tais episódios a debates políticos, ressaltando sua visão de que eventos como esses são manifestações do conflito espiritual que ela acredita estar acontecendo no mundo.

Outras declarações de Leavitt sobre eventos violentos e fé

Devota católica, Leavitt atribui a eventos violentos forças espirituais malignas. Em agosto, ela compartilhou uma publicação responsabilizando uma "força demoníaca" pelo tiroteio envolvendo crianças em uma igreja em Minneapolis. Além disso, em março, declarou acreditar em uma "guerra espiritual" durante a campanha presidencial de Donald Trump em 2024, após o então candidato ser atingido por um tiro enquanto discursava.

Reações e controvérsias

As afirmações de Leavitt receberam críticas por associarem tragédias a interpretações religiosas extremas, muitas vezes sem fundamentação científica ou histórica. Especialistas e figuras públicas questionam o uso indevido de eventos sensíveis para promover uma narrativa de conflito espiritual, o que pode promover desinformação e incitar movimentos extremistas.

A assessoria de Charlie Kirk ainda não comentou oficialmente as declarações de Leavitt, que continuam a circular nas redes sociais, ampliando o debate sobre a influência de interpretações religiosas na política e no clima polarizado dos Estados Unidos.

Para entender melhor os eventos mencionados e as controvérsias em torno das declarações de Leavitt, consulte as notícias relacionadas na BuzzFeed e na Christian Broadcasting Network.

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