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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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Olivia Munn revela que vive com tricotilomania após foto com Chris Pine

<p> A atriz Olivia Munn falou abertamente sobre sua luta contra a tricotilomania, desencadeada por uma foto com Chris Pine em 2009.</p>

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Em entrevista ao podcast Armchair Expert, Olivia Munn revelou que vive com tricotilomania, uma condição mental que causa irresistíveis impulsos de puxar cabelos, especialmente das sobrancelhas e cílios. Segundo a Mayo Clinic, essa condição envolve ações frequentes e difíceis de controlar, muitas vezes acompanhadas de sensação de alívio temporário e intenso sentimento de culpa.

Como a foto com Chris Pine desencadeou a tricotilomania

Olivia contou que a condição se manifestou após uma foto paparazzi com o ator Chris Pine, com quem teve um relacionamento breve entre 2009 e 2010. Ela recorda que, na ocasião, usava um vestido antigo e desajeitado, pensando em aparecer na lista dos piores vestidos do evento. Ao sair do apartamento de Pine, ela foi fotografada enquanto carregava um cluch, o que gerou comentários na internet acerca de seu relacionamento com Pine.

“Eu li os comentários, e um deles dizia: ‘Será que ela preparou tudo? Quem carrega uma clutch durante o dia?’”, relatou. “Foi aí que começou a minha tricotilomania.”

Os sintomas e o impacto na rotina de Olivia

Durante a conversa, Olivia explicou que a compulsão se manifesta como uma sensação de que um cílio está prestes a cair, mesmo quando não há motivo aparente. “Quando puxo um cílio, sinto uma dor rápida, uma satisfação e depois um arrependimento imediato”, descreveu.

Ela revelou que o episódio ocorreu logo após a publicação da foto na imprensa e que, por causa dele, passou a lidar com o transtorno. Olivia também compartilhou que, na era digital, a leitura de comentários na internet intensificou a ansiedade e o transtorno. “As opiniões eram cruéis, e isso agravou tudo”, afirmou.

Perspectivas e desmistificação da condição

Olivia Munn reforçou a importância de se falar abertamente sobre saúde mental e combater o estigma. “Viver com tricotilomania é uma luta diária, mas saber que não estou sozinha ajuda muito”, concluiu. Ela espera que sua história incentive outras pessoas a buscar auxílio e a reconhecerem os sinais de transtornos similares.

Para ouvir a entrevista completa, acesse o podcast Armchair Expert.

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