Brasil, 23 de janeiro de 2026
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Margareth Serrão enfrenta crise de pânico após término de relacionamento

Margareth Serrão, mãe da influenciadora digital Virginia Fonseca, passou por um momento desafiador recentemente. Em meio à solidão, ela vivenciou uma crise de pânico que, inicialmente, confundiu com uma crise de ansiedade. Essa experiência trouxe à tona questões sobre a saúde mental e a complexidade das emoções humanas, especialmente em momentos de fragilidade.

Sintomas e dificuldades da crise

Os sintomas apresentados por Margareth são comuns em casos de síndrome do pânico, que é caracterizada por uma onda súbita de medo intenso que provoca reações físicas severas. Ela relatou ter sentido falta de ar, um aumento progressivo da ansiedade e um sentimento de desespero, características típicas de uma crise aguda. Neste momento delicado, ela tentou encontrar alívio através da oração e da elevação de seus pensamentos, buscando uma forma de acalmar sua mente atormentada.

A busca por respostas e ajuda é um caminho comum para muitos que enfrentam essas crises. Contudo, Margareth observa que apenas a medicação muitas vezes não é a solução ideal. “Só quem já passou por isso sabe que não é assim tão simples. Um tratamento apenas com remédios, sem apoio psicológico, raramente traz resultados efetivos”, reflete.

O impacto do relacionamento

Recentemente, Margareth também passou por um relacionamento frustrante. Ela estava envolvida com um jovem, mas o término súbito, possivelmente relacionado à infidelidade, deixou marcas profundas. O sentimento de rejeição gerado por essa situação pode ser um gatilho poderoso para crises de pânico. A rejeição, segundo especialistas, é uma das emoções mais dolorosas e pode agravar estados de ansiedade.

“Quando uma mulher mais madura se sente traída, a sensação de rejeição pode ser avassaladora”, explica Margareth. Esta profunda dor emocional pode intensificar os sintomas de ansiedade, levando a crises incontroláveis e à sensação de solidão, especialmente quando a pessoa não tem apoio próximo.

A busca por conexões

Perante a dificuldade de lidar com a nova realidade, Margareth se viu em um dilema: ela deseja ter alguém ao seu lado, alguém que possa compartilhar momentos bons e trazer novamente a alegria. Entretanto, ela também é seletiva e quer um parceiro que a faça feliz. Essa exigência, embora natural, pode complicar a busca por novas conexões em um momento tão sensível.

“O que eu quero são as coisas boas da vida, e tenho todo o direito de buscá-las”, afirma Margareth. Entretanto, ela reconhece que o tempo e o processo de cura emocional não são exatamente iguais ao que desejamos. “Precisamos ter paciência e entender que cada um tem seu próprio ritmo”, reflete.

Importância do apoio psicológico

A experiência de Margareth destaca a relevância do apoio psicológico em momentos de crise. Conversar com profissionais e compartilhar sentimentos pode proporcionar um espaço seguro e auxiliar na compreensão e manejo das emoções. As crises de pânico são complexas e, embora possam ser debilitantes, o tratamento adequado e o suporte emocional podem fazer uma diferença significativa na recuperação.

Muitas pessoas que lidam com a síndrome do pânico se sentem isoladas e incompreendidas. No entanto, é fundamental buscar ajuda e se conectar com outras pessoas que possam oferecer solidariedade e compreensão. A saúde mental deve ser tratada com a mesma seriedade que a saúde física, e o caminho para a cura pode ser mais eficaz quando trilhado com apoio adequado.

Margareth Serrão, ao compartilhar sua história, não apenas se abre sobre suas lutas pessoais, mas também oferece uma luz de esperança a muitos que podem estar enfrentando dificuldades semelhantes. A jornada para superar crises de pânico é desafiadora, mas é possível encontrar um caminho para a cura e a felicidade novamente.

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