Brasil, 15 de janeiro de 2026
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Reflexões sobre compaixão no Evangelho de Marcos

Nesta semana, Dom Mèario Spaki, bispo de Paranavaí, fez uma reflexão profunda sobre o Evangelho de Marcos 1,40-45, onde um leproso se aproxima de Jesus em busca de cura. A passagem destaca não apenas o milagre da cura, mas também a importância da compaixão na vida cristã e como podemos aplicá-la em nosso cotidiano.

A busca por cura e compaixão

No relato, o leproso aproxima-se de Jesus com humildade, de joelhos, e faz um pedido sincero: “Senhor, se queres, podes tornar-me limpo.” Essa cena é reveladora, não apenas pela ação de Jesus, mas pela forma como Ele responde. O texto descreve que, “cheio de compaixão”, Jesus toca no leproso e diz: “Fica curado!” A lepra desaparece instantaneamente, um sinal poderoso do amor e do poder do Cristo.

O ato de tocar o leproso era, na época, um gesto de grande significância. Na sociedade judaica, os leprosos eram considerados impuros e separados do convívio social. Jesus, ao tocar nele, quebra barreiras, desafiando normas e mostrando que o amor e a compaixão devem prevalecer sobre preconceitos e separações.

A mensagem do Papa Francisco

Dom Mèario enfatiza que, assim como Jesus, somos chamados a ter um olhar de compaixão para com aqueles que sofrem. O Papa Francisco, em suas mensagens, frequentemente ressalta que a indiferença não pode ser uma opção para os cristãos. Em um mundo que muitas vezes fecha os olhos para a dor do próximo, somos convidados a sermos “afetados” pelas alegrias e tristezas dos outros.

A empatia é uma das chaves para vivermos o Evangelho no dia a dia. Ao nos permitirmos sentir a dor alheia, como Jesus fez, conseguimos interagir de forma mais humana e acolhedora. Esse tipo de atitude não apenas transforma nossa relação com os outros, mas também aprofunda nossa conexão com Deus.

Como viver a compaixão hoje?

A reflexão de Dom Mèario nos provoca a pensar: como podemos viver essa mensagem de compaixão em nossos dias? A resposta passa por um compromisso pessoal em agir com amor e solidariedade. Isso significa ouvir, acolher e se disponibilizar para ajudar aqueles que estão em situações de vulnerabilidade, seja no âmbito familiar, social ou comunitário.

Além disso, a compaixão se manifesta também no cuidado com nós mesmos. Isso implica em respeitar nossos próprios limites e a importância de buscar ajuda quando necessário. Ser gentil consigo mesmo é um passo fundamental para sermos gentis com os outros.

A prática cotidiana da compaixão

Em momentos de crise e incertezas, como os que atravessamos atualmente, pequenas ações de compaixão podem fazer uma grande diferença. Isso pode incluir desde gestos simples, como um cumprimento caloroso, até iniciativas mais elaboradas, como promover campanhas de arrecadação para os necessitados. O importante é que cada um, em sua capacidade, encontre formas de colaborar e se conectar com o próximo.

Conclusão

A mensagem de Marcos 1,40-45 nos convida a refletir sobre nossa atitude diante da dor e do sofrimento. Que possamos nos inspirar no exemplo de Jesus, que não hesitou em se aproximar dos marginalizados e que nos chama a fazer o mesmo. A compaixão é um caminho para a verdadeira transformação, tanto pessoal quanto social, e é o que nos une como humanidade.

Assim, seguimos nosso caminho de fé e compromisso, sempre buscando o próximo e cultivando em nós um coração generoso e amoroso, imitando o Mestre em tudo que fazemos.

Para mais reflexões e informações, você pode acessar o artigo completo aqui.

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