Brasil, 14 de janeiro de 2026
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Sebrae e Transpetro avaliam oportunidade na cadeia produtiva de petróleo no Amapá

O Sebrae e a Transpetro estão avaliando estratégias para inserir o Amapá na cadeia produtiva de petróleo e gás, potencializando o desenvolvimento econômico do estado. A iniciativa busca criar oportunidades de negócios, impulsionar a geração de empregos e ampliar os benefícios gerados pela exploração de petróleo na região, especialmente na área da Margem Equatorial, onde projetos de prospecção estão em andamento.

Oportunidades na cadeia produtiva de petróleo

O governador do Amapá, Waldez Góes, destacou que a presença de empresas como Transpetro e o apoio do Sebrae são essenciais para capacitar a infraestrutura local e estimular o empreendedorismo na área de petróleo e gás. Segundo ele, o objetivo é transformar a exploração de recursos não renováveis em uma oportunidade de desenvolvimento sustentável para o estado.

Projetos de capacitação e incentivo a negócios locais

O Sebrae já realiza atividades de capacitação de micro e pequenas empresas, visando prepará-las para atuar na cadeia de fornecimento de bens e serviços ao setor petrolífero. A expectativa é que, com o fortalecimento dessas empresas, o impacto econômico na região seja ampliado, criando uma base sólida para futuras operações.

Já a Transpetro trabalha para otimizar a logística e a infraestrutura portuária, facilitando o transporte de equipamentos e produtos derivados da atividade petrolífera. “Estamos avaliando parcerias estratégicas que possam beneficiar o Amapá e aproximar o Estado do centro da cadeia de petróleo”, afirmou João Paulo de Souza, diretor de Operações da Transpetro para a região Norte.

Potencial econômico e impactos no Amapá

A exploração de petróleo na Margem Equatorial tem o potencial de elevar o PIB do Amapá em até 61,2%, conforme estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A expectativa é de que se criem cerca de 54 mil empregos diretos e indiretos, além do aumento na arrecadação de royalties, que podem impulsionar o desenvolvimento de cidades como Oiapoque e Macapá.

O impacto na economia local é visto com otimismo por parte dos moradores e comerciantes, que acreditam no potencial de transformação da região. “Se a cadeia produtiva de petróleo realmente se consolidar aqui, teremos uma nova fase de crescimento e oportunidades para todos”, afirma Zione de Paiva, presidente de uma associação de moradores de Oiapoque.

Desafios e as próximas etapas

Apesar do otimismo, especialistas alertam para a necessidade de investimento em infraestrutura, qualificação profissional e planejamento urbano. A regularização fundiária e a implementação de políticas públicas eficazes serão fundamentais para garantir que os benefícios do setor petrolífero sejam distribuídos de forma justa na região.

O Sebrae e a Transpetro continuarão trabalhando em parceria com o governo do Amapá para desenvolver projetos que promovam sustentabilidade, inclusão social e desenvolvimento econômico de longo prazo na área petrolífera.

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