Brasil, 14 de janeiro de 2026
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PT e PL priorizam alianças para fortalecer candidaturas em 2026

Com as eleições de 2026 se aproximando, o PT, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, estão apostando em estratégias de aliança para reforçar suas candidaturas regionais. Ambas as siglas buscam criar um cenário favorável, não apenas visando o Palácio do Planalto, mas também com um olhar atento para o Senado e a Assembleia Legislativa, priorizando parcerias com partidos de centro.

Alianças regionais e a estratégia para o Senado

Diante da dificuldade de construir um projeto hegemônico, PT e PL estão considerando lançar poucas candidaturas próprias ao governo de estados. O foco agora é obter um desempenho melhor nas eleições legislativas, onde a expectativa é firmar parcerias que fortaleçam as chapas de deputados e senadores.

O PT tem como pré-candidatos o próprio Lula, que buscará a reeleição, e nomes como Jerônimo Rodrigues na Bahia, Elmano de Freitas no Ceará e Rafael Fonteles no Piauí. Nas demais regiões, o partido deverá investir em alianças com legendas da oposição, como PSD, MDB e PSB, buscando assim maximizar suas chances.

Enquanto isso, o PL tentará preservar o governo em Santa Catarina com o Jorginho Mello e poderá lançar candidaturas em dois outros estados: no Rio Grande do Sul, com o deputado Zucco, e em Alagoas, com o prefeito de Maceió, JHC.

Desafios e indefinições nos principais estados

Nos maiores colégios eleitorais, a disputa deve se acirrar entre candidatos do Centrão. No Rio de Janeiro, a estratégia conjunta do PT e do PL projeta o PSD em uma posição de destaque, onde o prefeito Eduardo Paes é considerado um provável candidato ao governo do estado, embora ainda busque apoio do PL.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, comentou sobre a indefinição de pré-candidatos e a necessidade de análises cuidadosas para selecionar nomes competitivos. Em Minas Gerais, a incerteza também predomina, e é possível que ambas as siglas optem por não lançar candidatos próprios, em busca de garantir eleições mais robustas no Senado.

Entre os potenciais nomes da oposição estão o vice-governador Matheus Simões (PSD) e o senador Cleitinho (Republicanos), que buscam apoio do PL, mas ainda deve-se considerar a resistência de líderes históricos.

Senado como prioridade para ambos os partidos

A trajetória de Lula em Minas é marcada por tentativas de convencimento do ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), para que ele se una ao projeto de reeleição. Este movimento tensiona o posicionamento do PSD, que já indica apoio ao vice-governador Simões. No lado do PT, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, e a prefeita de Contagem, Marília Campos, aparecem como possíveis candidatas, com a prioridade do partido sendo a eleição para o Senado.

O cuidado em alocar seus recursos e esforços para fortalecer iniciativas no legislativo é uma das estratégias destacadas por Jilmar Tatto, vice-presidente do PT. Ele ressalta que o foco deve estar em garantir não só a reeleição de Lula, mas também em preparar uma bancada sólida para a Câmara e Senado, indicando uma preferência por composições ao invés de candidaturas individuais como governadores.

Movimentações no cenário político de São Paulo

São Paulo, um dos estados mais influentes do Brasil, apresenta indefinições, mas as movimentações giram em torno de figuras relevantes como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Haddad foi mencionado como uma possível opção para o governo, mas já sinalizou que pretende deixar a pasta em fevereiro para se dedicar à campanha de reeleição de Lula.

A candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) também não convence aliados do Centrão, complicando ainda mais o clima eleitoral. O cenário se torna ainda mais denso com a possibilidade de outros candidatos de peso, como o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a entrar na disputa pela presidência.

Bolsonarismo em busca de influência

A influência do bolsonarismo nas próximas eleições é uma preocupação em meio à fragmentação das candidaturas de direita. O PL vislumbra oportunidades em diversas candidaturas ao Senado e à Assembleia, com figuras como Carlos Bolsonaro (PL) mirando uma vaga por Santa Catarina em uma aliança com Jorginho Mello.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também se destaca como um nome forte para a corrida ao Senado pelo Distrito Federal, em um contexto onde as candidaturas devem ser cuidadosamente coordenadas para evitar atritos internos entre os apoiadores de Bolsonaro.

A complexidade do cenário eleitoral de 2026, com os desafios internos e externos que surgem para o PT e o PL, sublinha a importância da formação de alianças e estratégias de coalizão na composição do futuro político brasileiro.

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