Brasil, 13 de janeiro de 2026
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Milícias venezuelanas buscam cidadãos americanos, alerta EUA

A situação de segurança na Venezuela se agrava, e o Departamento de Estado dos Estados Unidos emitiu um alerta urgente para que os cidadãos americanos deixem o país imediatamente. A recomendação é clara: a presença de grupos armados, conhecidos como coletivos, representa um risco significativo para os cidadãos dos EUA. A mensagem é clara: “A situação de segurança na Venezuela continua fluida. Com a retomada dos voos internacionais, os cidadãos americanos na Venezuela devem deixar o país o mais rápido possível.”

Riscos enfrentados por cidadãos americanos

O alerta do governo americano destaca as dificuldades enfrentadas pelos cidadãos dos EUA em solo venezuelano. “Existem relatos de grupos de milícias armadas, conhecidos como coletivos, montando barreiras e revistando veículos em busca de evidências de cidadania americana ou apoio aos Estados Unidos. É essencial permanecer vigilante e tomar precauções ao viajar por estradas”, enfatiza o comunicado.

Os cidadãos americanos que ainda estão na Venezuela devem estar cientes dos perigos, incluindo detenções arbitrárias, sequestros, e a possibilidade de tortura nas detentas. Além disso, a infraestrutura de saúde no país é precária, o que representa mais um risco em um cenário já instável. De acordo com o Departamento de Estado, a Venezuela possui o nível mais alto de alerta de viagem – Nível 4: Não Viaje.

Desdobramentos políticos e relações EUA-Venezuela

O alerta dos EUA coincide com um momento político crucial. Recentemente, o presidente americano, Donald Trump, havia prometido “total segurança” para os executivos de petróleo no país, poucos dias após uma operação militar ousada que resultou na captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro, por forças especiais dos EUA. Maduro foi levado para os Estados Unidos, onde enfrenta acusações de narcoterrorismo.

Na sexta-feira, EUA e Venezuela anunciaram que estão explorando a possibilidade de restaurar relações diplomáticas. Uma delegação da administração Trump visitou a nação sul-americana, marcando um passo importante para a reabertura das relações entre os dois governos historicamente adversários.

A captura de Maduro pelas forças militares dos EUA foi um evento sem precedentes, e a visita de diplomatas americanos para avaliar a possível reabertura da Embaixada dos EUA em Caracas sinaliza uma nova fase nas relações bilaterais. No entanto, qualquer tentativa de reestabelecer laços terá que ser acompanhada de supressão de sanções, conforme indicou o governo venezuelano.

Implicações para a segurança e a comunidade internacional

Esses desdobramentos levantam questões sérias sobre a segurança dos cidadãos estrangeiros no país, especialmente em um contexto onde as milícias locais aumentam suas atividades. A comunidade internacional está em alerta, e a situação requer atenção contínua e atualizações regulares sobre as condições no país.

A volta dos voos internacionais também levanta questões sobre o retorno de cidadãos e questões humanitárias que precisam ser abordadas de maneira urgente. Enquanto isso, os americanos na Venezuela são aconselhados a manter um perfil baixo e evitar áreas de conflito, seguindo as orientações do Departamento de Estado.

Com a volatilidade da situação política na Venezuela e a tensões entre os EUA e o governo de Maduro, o futuro das relações diplomáticas e a segurança dos cidadãos americanos permanecem incertas.

Essa é uma situação em constante evolução, e os cidadãos americanos devem se manter informados sobre os riscos e as orientações mais recentes.

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