Brasil, 3 de fevereiro de 2026
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Primeiro ciclone extratropical de 2026 provoca instabilidades no Brasil

Neste final de semana, o Brasil deve enfrentar a atuação de um sistema de baixa pressão, que está associado à formação do primeiro ciclone extratropical de 2026. Segundo a Climatempo, é esperado que este fenômeno provoque instabilidades em diversas partes do país, especialmente na região Sul, onde os moradores devem se preparar para chuvas volumosas, rajadas intensas de vento e até queda de granizo. Os estados mais afetados incluem Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Impactos do ciclone extratropical em cinco estados

O ciclone terá consequências significativas em pelo menos cinco estados brasileiros, conforme dados divulgados pelos meteorologistas. O Rio Grande do Sul, por exemplo, pode enfrentar volumes elevados de chuva e fortes ventos, tornando a situação crítica para a população local. As outras regiões do Brasil também devem ter pancadas de chuva em diferentes intensidades, com temperaturas elevadas intercaladas.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), 14 estados em uma faixa que vai do Norte ao Sul do país estão sob alerta de tempestades e chuvas intensas. É crucial que a população esteja atenta às previsões e ao desenvolvimento da situação climática nos próximos dias.


Três tipos de ciclones no Brasil

  • Extratropicais: Os mais comuns no Brasil, formam-se em latitudes entre 30° e 60° e estão associados a frentes frias, apresentando um núcleo frio.
  • Tropicais: Conhecidos como furacões ou tufões em outras regiões, são mais intensos e devastadores, formando-se sobre oceanos quentes perto do Equador e possuem núcleo quente.
  • Subtropicais: Uma combinação dos dois tipos anteriores, geralmente encontrados no litoral do Sudeste do Brasil.

Previsão por região

Região Sul

Na região Sul, a presença do ciclone e do sistema de baixa pressão que se desloca entre o Paraguai e o norte da Argentina resultará em fortes pancadas de chuva e temporais. O Rio Grande do Sul é a área mais afetada, onde a previsão indica um aumento das instabilidades ao longo do dia. Rajadas de vento podem alcançar até 70 km/h no litoral, enquanto nos temporais, essa velocidade pode aumentar para cerca de 80 km/h.

O calor ainda predominará em muitas partes da região, mas as temperaturas tendem a ser mais amenas no sul gaúcho. Para Santa Catarina e Paraná, a previsão também inclui rajadas de vento entre 40 e 50 km/h.

Região Sudeste

No Sudeste, as condições climáticas variam. Enquanto algumas áreas de Minas Gerais e Espírito Santo devem registrar chuvas fracas, o interior de São Paulo e o sudoeste de Minas Gerais enfrentam a possibilidade de chuvas moderadas a fortes. Especificamente, a capital paulista pode vivenciar pancadas à tarde e à noite, com temperaturas podendo chegar a 32°C.

Até o fim do dia, as instabilidades devem diminuir, mas ainda são esperados períodos isolados de chuva. Ventos na faixa de 40 a 50 km/h deverão afetar áreas como o oeste paulista e o litoral fluminense.

Região Centro-Oeste

As pancadas de chuva vão atingir principalmente o oeste e noroeste de Mato Grosso, assim como a região sul de Goiás. As condições climáticas deve melhorar à noite, mas ainda são esperadas chuvas isoladas em diversas áreas, incluindo o norte de Mato Grosso, o leste e sudoeste de Mato Grosso do Sul e partes do interior de Goiás.

Região Nordeste

A chuva no Nordeste deve ser fraca, ocorrendo de forma isolada especialmente no litoral leste da região, incluindo o Maranhão e a Bahia. Contudo, há previsão de intensificação das instabilidades entre o litoral sul da Bahia e Sergipe, onde a ocorrência de temporais é possível. A umidade do ar apresenta baixos índices em algumas áreas, tornando a sensação de calor ainda mais intensa.

Região Norte

No Norte do Brasil, as previsões indicam chuvas mais intensas logo pela manhã em estados como Amazonas, Acre e Rondônia, com a possibilidade de temporais à tarde. A presença da zona de convergência intertropical (ZCIT) contribui para a instabilidade climaticas nesta área.

Desta forma, a população deve se preparar para enfrentar este cenário climático desafiador, que traz variabilidade e riscos em várias regiões do país.

Para mais informações, você pode consultar a fonte.

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