Nesta sexta-feira (2/1), o primeiro pregão do dólar no ano teve início com forte queda, e a moeda norte-americana chegou a cotar a R$ 4,43 por volta das 10h, após abrir a R$ 5,45. A baixa liquidez do mercado, típica do período de festas de fim de ano, contribuiu para a oscilação limitada na cotação, que demonstra menor volume de negociações em relação a períodos mais ativos.
Movimentação limitada devido ao período de festas
Com o mercado operando com lentidão, as oscilações cambiais tendem a ser mais suaves, refletindo a menor atividade de investidores. A cotação do dólar havia sido de R$ 5,49 na terça-feira (30/12), marcando uma queda de 1,44% em relação ao real. Desde então, o giro de negócios reduziu-se, com poucas divulgações econômicas que poderiam afetar a moeda.
Impactos das divulgações econômicas recentes
As principais informações econômicas divulgadas no início da semana incluíram o Relatório do Tesouro Nacional, apontando um déficit de R$ 202 bilhões em novembro, e o Relatório Mensal da Dívida, que revelou aumento de 2,75%, alcançando R$ 8,48 trilhões. Além disso, o Banco Central publicou o Boletim de Estatísticas Fiscais, enquanto o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) também apresentou dados relevantes.
Segundo especialistas, a ausência de novas divulgações na próxima semana deve manter a estabilidade na cotação do dólar, já que o mercado está de férias e sem atividades pontuais que possam gerar oscilações significativas. O recesso do Congresso Nacional também limita a influência política na variação cambial neste período.
Perspectivas para o mercado cambial
Com o início de 2024, analistas avaliam que a tendência de menor volatilidade deve prevalecer nas próximas semanas, até o retorno de uma agenda mais ativa de divulgações econômicas e políticos. O mercado aguarda, ainda, sinais de como o cenário externo e as decisões do Banco Central poderão influenciar o dólar ao longo do ano.
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