Brasil, 1 de janeiro de 2026
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Democratas reagem às declarações de Trump chamando para “enforcar” democratas

Após Trump compartilhar postagem com apelo violento, democratas levam a sério a ameaça e condenam duramente o episódio

Em meio ao debate acalorado após Donald Trump repostar mensagens extremistas, democratas responderam de forma contundente às declarações, destacando a gravidade do episódio. Trump compartilhou mensagens que incitavam a violência contra parlamentares democratas, incluindo uma que sugeria o enforcamento, e descreveu a situação como “perigosa para o país”.

Reações oficiais às declarações ameaçadoras de Trump

Diante das postagens, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o presidente não deseja que os democratas citados, que aparecem em vídeos incentivando desertar o comando militar, sejam executados. Ela destacou que Trump reage às ações de membros do Congresso que, segundo ela, conspiraram para incentivar militares e agentes de segurança a desobedecerem às ordens legais do presidente.”

Reações democratas à postura de Trump

Democratas não ignoraram as declarações e responderam com firmeza às ameaças. O senador Ruben Gallego, veterano da guerra do Iraque, afirmou no Twitter que “os militares não são brinquedo de Trump”. Ele reforçou que “os membros do serviço juraram defender a Constituição e não devem ser usados para interesses políticos”.

A deputada Jasmine Crockett descreveu a fala de Trump como “absolutamente nojenta” e pediu por respeito às instituições democráticas. O governador de Minnesota, Tim Walz, alertou para os riscos do discurso violento, lembrando o assassinato de Melissa Hortman em uma ameaça política e destacando que “não podemos permitir que retórica de ódio vire violência”.

Gavin Newsom, governador da Califórnia, foi severo ao dizer que “esse homem está doente”. Já a congressista Ilhan Omar compartilhou imagens de Trump e comentou que “nada disso é normal”. O líder da bancada democrata na Câmara, Hakeem Jeffries, afirmou que “Donald Trump deveria manter a boca fechada para evitar mais incitações”.

Críticas às ligações controversas de Trump com regimes autoritários

O senador Bernie Sanders também criticou Trump, citando sua reunião com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, apontado por ter ordenado o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi. Sanders destacou que “isto não é o que fazemos na América”.

Pontos de vista sobre o episódio

O líder do Senado, Chuck Schumer, pediu que legisladores e cidadãos condenem qualquer tipo de incitação à violência, independentemente de filiação partidária. Os democratas, portanto, reforçam a preocupação com os riscos que o discurso agressivo de Trump representa para a estabilidade democrática e a segurança dos integrantes do governo e do Congresso.

Perspectivas

A situação levanta debates sobre os limites da liberdade de expressão e os efeitos de discursos inflamados por líderes políticos. O episódio reforça a necessidade de vigilância e condenação firmes às ações que possam ameaçar o funcionamento democrático e a integridade das instituições americanas.

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