Brasil, 8 de fevereiro de 2026
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Trump zera tarifas de produtos agrícolas brasileiros em decisão histérica

Aliados de Lula celebram a retirada de tarifas nos EUA, destacando avanços na diplomacia brasileira e criticando antigos adversários.

Recentemente, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemoraram no X (antigo Twitter) a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), de zerar as tarifas de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros, como carne e café. Essa notícia foi recebida com entusiasmo por figuras políticas ligadas ao governo Lula, que interpretam a medida como um resultado concreto da diplomacia brasileira.

A importância da decisão para o Brasil

A retirada das tarifas é vista como um passo significativo para o agronegócio e a indústria brasileira. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), usou suas redes sociais para elogiar o trabalho do governo Lula em restaurar a credibilidade do Brasil no cenário internacional. Em sua mensagem, Farias fez uma referência indireta ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que tem estado nos EUA e enfrenta acusações no Supremo Tribunal Federal (STF) por supostamente articular sanções contra o Brasil.

Reações políticas

“Hoje o país coleta os frutos de uma política externa responsável, capaz de proteger nossa economia, ampliar mercados e reconstruir a credibilidade perdida. É preciso dizer: vencemos os traidores da pátria!”, afirmou Lindbergh, celebrando o que considera uma vitória para o Brasil.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também não hesitou em criticar Eduardo e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem chamou de “traidores da pátria”. Ela ainda mencionou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que havia responsabilizado Lula pelo que foi chamado de “tarifaço”. Gleisi destacou que “Lula soube conversar com seriedade e altivez com Donald Trump, confirmando que é um verdadeiro líder.”

A vitória na diplomacia brasileira

A vitória é amplamente celebrada entre as autoridades do governo, que observam uma mudança significativa na relação Brasil-EUA. O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), comentou que a decisão de Trump representa uma vitória para o agronegócio e a indústria do Brasil. Ele chamou a retirada das tarifas de “uma confirmação da força da diplomacia ativa do governo Lula” que, segundo ele, opera com “diálogo, respeito e inteligência estratégica” para diversificar e ampliar mercados.

“Uma vitória para o agro, para a indústria e para o Brasil que volta a ocupar seu lugar no mundo com seriedade e credibilidade com a nossa diplomacia”, declarou Guimarães. Essas declarações refletem um otimismo renovado em relação à posição do Brasil na economia global e no comércio internacional.

As reações no setor agrícola

Os setores diretamente afetados pela decisão também expressaram satisfação. Para muitos produtores rurais e representantes do agronegócio, a eliminação das tarifas representa uma oportunidade vital para aumentar as exportações e impulsionar a economia brasileira. A confiança do setor se renova, e os empresários vêem na decisão uma chance de se afirmar no mercado internacional.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, considerou a decisão como uma “excelente notícia” e destacou a importância de um governo que se dedica a promover a imagem do Brasil no exterior. Esse tipo de intercâmbio favorável é essencial para ganhos em várias áreas, desde a agricultura até a indústria e os serviços.

Conclusão

Enquanto a relação entre Brasil e EUA se jorra de novas esperanças, a resposta política interna continua a polarizar o cenário nacional. Cada vitória é, para o governo Lula, um passo em direção à reconstrução da imagem do Brasil no exterior, enquanto para seus adversários, como os Bolsonaros, é mais um tema de contestação e crítica. No entanto, o que se observa neste momento é um alinhamento em torno de um tema central: a importância da diplomacia na obtenção de resultados concretos para a economia nacional.

À medida que o impacto dessa decisão se torna mais evidente, tanto no mercado quanto na política, um novo capítulo se abre para o Brasil na arena internacional. O futuro das relações comerciais estará, sem dúvida, em constante evolução, refletindo as estratégias diplomáticas e a resposta do mercado às oportunidades e desafios que se apresentam.

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