Brasil, 1 de janeiro de 2026
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Ken Burns estreia documentário sobre a Revolução Americana

Nova produção analisa as histórias humanas e debates políticos que marcaram a independência dos EUA, com destaques de figuras e eventos icônicos

Ken Burns lança nesta semana seu mais recente projeto, uma série documental de seis episódios sobre a Revolução Americana, que estreia no dia 16 de novembro na PBS. A produção aborda desde o contexto com as populações indígenas até a presidência de George Washington, com entrevistas de historiadores, reconstituições e trilha sonora de Yo-Yo Ma.

Revisitando o passado para entender o presente

O documentário, que começou a ser planejado em 2015, reflete sobre as conexões entre o conflito histórico e os debates atuais entre poderes federal e estadual. Co-diretora Sarah Botstein explica que a discussão sobre direitos locais e nacionais permanece relevante para o cenário político de 2025. Burns observou que, durante as pesquisas, muitas paralelas surgiram, como a ameaça de varíola ao Exército Continental, semelhante às crises de saúde de hoje.

Estratégias inovadoras para contar histórias do século XVIII

Burns afirma que, apesar de a Revolução Americana não possuir fotografias ou notícias da época, a equipe encontrou novas formas de narrar. Filmagens com reencenações, depoimentos de historiadores e imagens de época ajudam a criar uma imersão na vida, guerra e cotidiano do século XVIII. “Precisamos despertar o passado para que ele nos conte seus segredos”, diz o diretor.

Histórias humanas e momentos decisivos

Entre os relatos marcantes, destaca-se a história de John Peters, um loyalista que matou seu melhor amigo, e a de dois irmãos, um britânico e um americano, que protagonizaram um abraço em meio ao combate na Batalha de Saratoga. Burns ressalta que a Revolução é a mais importante e consequente na história mundial, e a série busca comprovar isso ao retratar momentos íntimos e emblemáticos, evitando abordagens didáticas.

Perspectivas futuras e relevância do tema

O cineasta comenta que o projeto, originalmente previsto para durar quase dez anos, foi concluído com antecedência para celebrar os 250 anos da declaração de independência, em 2026. A proposta é oferecer uma narrativa que une história e emoções, reforçando a importância de compreender os debates e conflitos que moldaram os EUA e ecoam em debates atuais.

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