Brasil, 1 de janeiro de 2026
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Veteranos e militares ativos condenam militarmente a gestão de Trump

Militares, veteranos e suas famílias criticam duramente o governo Trump, apontando preocupações sobre moral, segurança e democracia

Recentemente, membros ativos e reservistas do Exército dos Estados Unidos, além de veteranos, compartilharam opiniões sinceras e frequentemente contundentes sobre a administração Trump. Para muitos, o sentimento é de decepção, medo e repúdio às ações do governo, especialmente após episódios controversos como boatos de insurreição, cortes no Veterans Affairs e o uso de tropas para controlar manifestações.

Críticas à liderança e à postura moral de Trump

Vários veteranos destacaram a perda de confiança na liderança do ex-presidente. “É muito desalentador! Uma lágrima escorreu quando ele apoiou uma insurreição”, afirmou um veterano com 23 anos de serviço na Marinha. Outro, que serviu por cinco anos nos anos 60 e 70, declarou: “A cada dia, fica mais difícil aceitar que um ser humano tão desprezível chegou ao poder”.

Um veterano com 25 anos na Marinha, atualmente aposentado, alertou: “Trump é um desastre completo, e talvez o país nunca se recupere de seu mandato.” Ele também expressou preocupação com o fortalecimento de uma narrativa que culpa os apoiadores de Trump por odiarem a nação, reforçando a divisão social.

Questionamentos sobre respeito às instituições e à democracia

Outro tema recorrente foi a percepção de que Trump se desviou de valores democráticos e que sua administração representa uma ameaça às liberdades civis. “O uso de tropas para intimidar cidadãos é um sinal de fascismo”, afirmou um veterano de dez anos de serviço no Exército. Para vários, a falta de respeito às ações do Capitólio em 6 de janeiro de 2021 e as declarações que incentivaram a violência são exemplos de uma liderança que desrespeita o Estado de Direito.

Preocupações com o impacto na segurança e na moral dos militares

Veteranos também criticaram a maneira como a gestão Trump lidou com forças militares. “Trump não tem respeito pelos militares, só os usa para seus interesses pessoais”, comentou um veterano que serviu na Guerra do Vietnã. Outro alertou: “Estamos nos aproximando de um regime que pode acabar levando à guerra civil ou, pior, à perda de valores democráticos”.

Contrapontos e apoio

Apesar das críticas, há apoiadores que ainda veem Trump como um líder patriota. Um veterano de 20 anos destacou: “Trump foi decisivo na luta contra o crime nas cidades e colocou os EUA em uma direção de força e determinação.” No entanto, a maioria expressou preocupação com o rumo que o país pode tomar se deixar de lado o respeito às instituições e aos direitos civis.

Perspectivas futuras e mobilizações

Vários ex-militares citaram a necessidade de recuperar o respeito pela Constituição e de evitar que o país siga o caminho de regimes autoritários. “Nossa história mostra que a complacência leva à destruição”, afirmou um veterano aposentado de 68 anos. Muitos ressaltaram a importância de manter viva a oposição a qualquer tentativa de autoritarismo e reforçaram o compromisso de defesa das liberdades democráticas.

Ao serem questionados sobre o futuro, veteranos e militares ativos pediram mais conscientização e participação cívica. “Precisamos de líderes que unam, não que dividam”, concluiu um veterano que serviu na Força Aérea. A maioria deles concorda que, apesar das falhas, o respeito às regras, à Constituição e às instituições deve prevalecer para garantir a democracia americana.

Este movimento de vozes militares mostra que, independentemente de preferências políticas, a integridade das forças armadas permanece um valor universal e essencial para o funcionamento do Estado.

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