Neste domingo, Donald Trump publicou no Truth Social que o governo americano pode pagar um “dividendo” de pelo menos $2 mil por pessoa, excluindo os de alta renda, como forma de recompensar a população pelos benefícios dos tarifários comerciais. Na postagem, às 6h25, Trump afirmou que o país, considerado “a nação mais rica, respeitada e com menor inflação”, começará a pagar essa quantia, enquanto reforçou que os atuais níveis de mercado de ações e os fundos de aposentadoria (401K) atingiram recordes históricos.
Reação do público e controvérsia
De imediato, apoiadores de Trump comemoraram a proposta, com um deles afirmando: “Agradeço ao presidente Trump por ter enfrentado críticas por dez anos, se sacrificado e tentado salvar nosso país.”
Por outro lado, críticos consideraram a declaração como uma distração em meio às várias questões que afetam a economia dos Estados Unidos, como a divulgação de arquivos relacionados a Jeffrey Epstein, a inflação crescente em níveis não vistos desde o início do segundo mandato de Trump, o atraso no pagamento de benefícios do SNAP, e a crise de moradias.
Perspectivas econômicas e críticas
Especialistas alertam que a proposta de Trump pode ser uma estratégia para desviar a atenção de problemas atuais, especialmente o aumento do custo de vida para a maioria da população americana. Além disso, há preocupações sobre o impacto de uma distribuição tão elevada de recursos, considerando o endividamento nacional, atualmente em torno de US$ 37 trilhões.
Segundo análises externas, a ideia de um pagamento direto de $2 mil “tarifário” também levanta debates sobre sua viabilidade financeira e seus efeitos na economia, sobretudo em um momento de alta na inflação e dificuldades econômicas para a população mais vulnerável.
Reações e próximos passos
A proposta de Trump ainda não foi oficializada pelo governo, e especialistas recomendam cautela, já que a implementação de tal medida demanda ampla análise econômica e legislativa. No momento, o foco permanece nas tensões políticas e econômicas que envolvem o país.
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