Brasil, 31 de janeiro de 2026
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Democratas acusam Trump de possível demência em meio a controvérsias

Dois líderes democratas afirmaram que Trump apresenta sinais de demência, enquanto a Casa Branca nega qualquer problema de saúde mental.

Esta semana, duas figuras importantes do Partido Democrata fizeram declarações fortes sobre o estado mental do ex-presidente Donald Trump. Governador de Illinois, JB Pritzker, e senador Ruben Gallego, de Arizona, sugeriram que Trump pode estar sofrendo de demência, aumentando a polarização em torno do seu estado de saúde.

Acusações de demência por líderes democratas

Durante entrevistas concedidas nesta semana, Pritzker afirmou que Trump “pode estar com demência” ao criticar sua decisão de enviar a Guarda Nacional para cidades consideradas “azuis”. “Este é um homem que tem algo preso na cabeça que ele não consegue tirar, não lê, não se atualiza. É uma questão de saúde mental”, afirmou em entrevista ao Chicago Tribune.

Na mesma linha, Gallego, que anteriormente chamou Trump de “idiota”, foi ainda mais incisivo em uma recente entrevista. Ele sugeriu que o ex-presidente manifesta sinais de deterioração cognitiva e criticou a sua conduta durante atos públicos.

Saúde de Trump e questionamentos públicos

Por outro lado, a Casa Branca tem insistido que Trump está saudável e apto para exercer suas funções. A equipe médica oficial informou que o presidente apresenta apenas condições comuns de seu padrão de saúde, como inchaço nos pés devido à insuficiência venosa e hematomas relacionados ao uso de aspirina.

O debate sobre o 25º Amendamento

Jasmine Crockett, deputada democrata do Texas, levantou a hipótese de invocar o 25º Amendamento da Constituição, que permite a remoção de um presidente por questões de incapacidade. “Ninguém está questionando sua lucidez, e isso é uma situação preocupante”, declarou Crockett em entrevista ao MSNBC.

Contexto e repercussões

Especialistas e partidos de oposição continuam a debate sobre o impacto dessa retórica na saúde democrática do país. Alguns analistas avaliam que tais declarações podem refletir uma estratégia política, enquanto outros levantam preocupações legítimas sobre o bem-estar do ex-presidente.

Enquanto isso, Trump enfrenta crescente escrutínio público sobre sua saúde, com manifestações que variam de preocupações legítimas a tentativas de deslegitimar sua liderança. A controvérsia promete continuar nos próximos meses, especialmente durante o período eleitoral.

Este tema também reforça os debates sobre os limites e responsabilidades do discurso político em tempos de polarização extrema.

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