Brasil, 3 de fevereiro de 2026
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Michelle defende candidatura de Bolsonaro em 2026

Dias após se colocar como interessada em 2026, Michelle reafirma apoio a Jair Bolsonaro como candidato à presidência.

Neste sábado (27), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) fez um discurso contundente em Ji-Paraná, Rondônia, reafirmando seu apoio ao marido, Jair Bolsonaro (PL), como candidato à presidência nas eleições do próximo ano. A declaração ocorre em um momento delicado, uma vez que Jair está inelegível e cumpre prisão domiciliar em Brasília, devido a ordens do Supremo Tribunal Federal (STF).

Encontros e posicionamentos políticos

Durante o evento do PL Mulher, Michelle destacou que sua preferência é a reeleição de Jair Bolsonaro, afirmando: “Vamos trabalhar para reeleger o nosso presidente Jair Messias Bolsonaro. Eu não quero ser presidente, não. Eu quero ser primeira-dama.” No entanto, a ex-primeira-dama não descartou a possibilidade de se colocar à disposição para representar o ex-presidente nas urnas, caso seja necessário.

“Nós somos mulheres que acolhem, que ajudam, que cuidam e defendem os seus como leoa. Vamos defender a nossa família”, disse em um apelo emocionado. Apesar da situação de seu marido, ela expressou determinação em não se calar diante do que considera injustiça e enfatizou que estaria pronta para ser a voz de Jair em todo o país, se ele desejar.

Michelle como voz de Jair

A ex-primeira-dama já havia mostrado uma postura semelhante em uma entrevista ao jornal The Telegraph, onde declarou que está disposta a se levantar “como uma leoa para defender nossos valores conservadores.” Na conversa, Michelle também indicou que, embora sua prioridade seja cuidar de Jair, que foi diagnosticado com câncer de pele, não descartaria a possibilidade de uma candidatura, afirmando: “Se for necessário assumir uma candidatura política, estarei pronta”.

Michelle revelou que sua atenção está atualmente voltada para sua família, buscando protegê-los da “perseguição e humilhação” que acreditam sofrer como brasileiros conservadores. A ex-primeira-dama comentou: “Essa perseguição covarde não pode destruir minha família ou as famílias de tantos outros injustamente alvos desta situação.”

Impacto e novos desafios na política

A focalização da atenção pública sobre Michelle surge em um cenário de crise de liderança à direita após a prisão de seu marido. A ex-primeira-dama possui uma base de apoio sólida entre os evangélicos e conservadores, embora outros líderes, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também busquem espaço político, especialmente com o apoio do Centrão.

Durante seu discurso, Michelle também admitiu que seu marido já fez declarações infelizes, mas insistiu na honestidade dele: “Meu marido era um diamante no Congresso, um brutão que foi lapidado com o tempo. Ele falou algumas coisas que talvez não tenha conseguido colocar na forma certa, mas é um homem honesto que não rouba.” Essa defesa demonstra não apenas um posicionamento pessoal, mas reflete também a estratégia da família em manter a imagem de Jair Bolsonaro positiva entre seus apoiadores.

Desafios à vista para 2026

Com a proximidade das eleições, a questão da candidatura de Jair Bolsonaro permanece indefinida, e o papel de Michelle na política pode ser crucial. Sua popularidade, principalmente entre os grupos evangélicos e conservadores, pode influenciar os rumos da corrida eleitoral. Em um cenário em que Jair busca recuperar a confiança de seus eleitores e superar as adversidades legais, a participação de Michelle na política pode fornecer um novo alicerce de apoio.

Enquanto as definições políticas são moldadas, resta aos eleitores e analistas da política brasileira observar como a atuação de Michelle poderá impactar no cenário eleitoral e se realmente ela se tornará uma voz ativa por Jair, ou se decidirá dar um passo adiante em sua carreira política.

De fato, a política brasileira está em constante transformação. E, neste contexto, a figura de Michelle Bolsonaro pode emergir como uma nova liderança, que reflete não apenas o legado do marido, mas também a luta por uma representação mais forte para os valores conservadores no Brasil.

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