Brasil, 30 de agosto de 2025
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Quatro empresas estrangeiras controlam mais da metade do mercado de café no Brasil

Marcas como Pilão, 3 Corações, Melitta e Nescafé são controladas por empresas estrangeiras, influenciando o setor cafeeiro nacional

Quatro empresas com capital estrangeiro dominam mais da metade do mercado de café no Brasil, incluindo marcas populares como Pilão, 3 Corações, Melitta e Nescafé. Essa concentração reflete mudanças no setor impulsionadas pela expansão dos supermercados nas décadas de 1990 e 2000, que ajudaram marcas regionais a se tornarem nacionais e atrair investidores internacionais.

Expansão dos supermercados e consolidação de marcas nacionais

Durante os anos 1990 e 2000, a ampliação da rede de supermercados no Brasil contribuiu para a popularização de marcas de café antes consideradas regionais. Segundo especialistas, esse processo facilitou a entrada de investidores estrangeiros no setor, que passaram a controlar as principais marcas do mercado.

Influência de empresas estrangeiras no setor cafeeiro

Dados recentes indicam que as quatro maiores empresas de café têm participação expressiva na economia nacional, influenciando preços, estratégias de marketing e a própria produção. Segundo notícia do G1, a concentração no setor de café vem gerando debates sobre competitividade e sustentabilidade.

Especialistas apontam que a presença de capital estrangeiro na produção e comercialização de café pode impactar pequenos produtores locais, que enfrentam competição com grandes empresas multinacionais já estabelecidas no mercado.

Desafios e perspectivas para o setor cafeeiro brasileiro

Segundo analistas, o controle de mais da metade do mercado por empresas estrangeiras coloca desafios para a preservação de marcas nacionais e para o desenvolvimento de uma cadeia produtiva mais sustentável. Há, ainda, discussões sobre a necessidade de políticas públicas que incentivem a produção local e a inovação no setor.

Com a crescente concorrência internacional, o setor cafeeiro brasileiro busca equilibrar inovação tecnológica e preservação da identidade brasileira, visando manter sua relevância no mercado global.

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