Brasil, 30 de agosto de 2025
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Metrópoles é finalista do Prêmio de Jornalismo do Poder Judiciário

Reportagem recebeu destaque por abordar a falta de saneamento no Brasil.

O Metrópoles se destaca mais uma vez no cenário jornalístico brasileiro, sendo finalista do Prêmio de Jornalismo do Poder Judiciário com a impressionante matéria Gigante pela Própria Imundíce. Este trabalho ressalta os múltiplos impactos da falta de saneamento básico na vida dos brasileiros e foi escolhido pelo júri como uma das três melhores reportagens da categoria Eixo Direitos Humanos, Cidadania e Meio Ambiente.

A cerimônia de premiação e a importância da reportagem

A cerimônia de entrega dos prêmios ocorrerá no dia 10 de setembro, no Salão Branco do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo os organizadores, a reportagem se destacou por sua relevância, qualidade editorial, criatividade e originalidade. A repórter Isadora Teixeira e o fotógrafo Breno Esaki realizaram um trabalho minucioso, viajando por quatro estados brasileiros – Amapá, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – para ilustrar a realidade de uma população que enfrenta a falta de acesso ao saneamento.

A realidade desoladora que essas pessoas enfrentam inclui a falta de água tratada e esgoto encanado, marcadores profundos de desigualdade social e territorial. Essa situação torna as comunidades mais suscetíveis a doenças, dificultando o acesso à educação e a oportunidades de emprego. Assim, a matéria não apenas expõe uma questão urgente, mas também humaniza as histórias por trás dos dados, revelando a luta diária de muitos brasileiros.

Uma equipe dedicada no reconhecimento da reportagem

A concepção multimídia dessa reportagem ficou a cargo de Gui Prímola e Yanka Romão, com Gabriel Foster coordenando a equipe de vídeo. Os curtas que compõem o projeto foram editados por Vanessa Neiva e Bethânia Cristina. O tratamento dos textos e das imagens envolveu uma equipe qualificada, entre eles Lilian Tahan, Priscilla Borges, Otto Valle, Olívia Meireles, Daniel Ferreira e Michael Melo. O trabalho foi cuidadosamente revisado por Juliana El Afioni. A parte técnica ficou por conta de Italo Ridney, Mateus Moura e Saulo Marques, responsáveis pelo desenvolvimento dos códigos para a publicação do especial.

Além de ser finalista do Prêmio de Jornalismo do Poder Judiciário, a matéria Gigante pela Própria Imundíce recebeu uma menção honrosa no Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, assim como no Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, promovido pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil – RS (OAB-RS).

Reconhecimento pelo compromisso com o jornalismo de qualidade

Com quase uma década de existência, o Metrópoles tem se estabelecido como uma referência em jornalismo de qualidade, acumulando prêmios nacionais e internacionais. Neste ano, a série de reportagens Farra do INSS, escrita pelo diretor da sucursal de São Paulo, Fabio Leite, e pelo repórter Luiz Vassallo, recebeu uma menção honrosa na categoria Jornalismo em Profundidade da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).

Além disso, em 2025, a reportagem Baixada Sangrenta, produzida pelos repórteres Renan Porto e William Cardoso, foi eleita como um dos 10 melhores trabalhos jornalísticos multimídia na 13ª edição do Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo, evento promovido pela Fundação Gabo, da Colômbia.

No que diz respeito ao Prêmio CNT de 2024, o Metrópoles destacou-se ainda mais, conquistando dois troféus por matérias produzidas pela equipe. A reportagem O Outro Lado do Paraíso venceu a categoria Webjornalismo, enquanto o podcast Levando Esperança foi premiado como Melhor Áudio.

Com um histórico de produções impactantes e premiadas, o Metrópoles continua sua jornada de informar e transformar a realidade brasileira através do jornalismo de excelência.

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