Brasil, 29 de agosto de 2025
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O prefeito de Minneapolis reforça: “Chega de pensamentos e orações” após tiroteio em escola católica

Após massacre em escola de Minneapolis, prefeito Jacob Frey critica a superficialidade das “pensamentos e orações” e pede ações concretas contra a violência armada

O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, respondeu com veemência ao tiroteio ocorrido na manhã de quarta-feira na Escola Católica Annunciation, que resultou na morte de duas crianças e ferimentos em pelo menos 17 pessoas. Em uma coletiva de imprensa e em publicação nas redes sociais, o gestor afirmou que é hora de ações efetivas para combater a violência armada nos Estados Unidos, criticando a frase clichê “pensamentos e orações”.

Resposta à tragédia e mensagens de Frey

Durante a coletiva, Frey destacou o sofrimento das famílias afetadas, ressaltando que as vítimas estavam em um momento de oração, na primeira semana de aula. “Essas eram famílias de Minneapolis. Essas eram famílias americanas. E a dor que estão sofrendo é extraordinária”, afirmou o prefeito.

Ele continuou: “Não basta dizer que estamos enviando pensamentos e orações. Essas crianças estavam na igreja, orando. Elas deveriam estar aprendendo, brincando, vivendo sem medo de violência.”

Reação nas redes sociais

Uma parte dos internautas apoiou as críticas de Frey, enquanto outros interpretaram a fala como uma afronta à oração. Na plataforma X, Frey escreveu: “Não basta dizer que precisamos de pensamentos e orações. Essas crianças estavam na igreja, orando.”

Um usuário respondeu de forma contundente: “F*** pensamentos e orações.”

Debate nacional sobre violência armada

O episódio reacendeu o debate sobre o controle de armas nos EUA. Muitos manifestantes e políticos criticaram a inação do governo federal e a falta de políticas eficazes para prevenir esses atos violentos.

Um representante democrata de Wisconsin, Darren Soto, afirmou: “Chegou a hora de ações concretas para impedir a violência com armas. Nossos filhos merecem mais do que palavras vazias.”

Outros questionaram a destinação das forças de segurança, criticando a utilização da Guarda Nacional por Donald Trump em Washington, e sugeriram que essa força fosse empregada para proteger escolas e crianças, ao invés de ações que não mitigam o problema estrutural.

Reação das autoridades policiais

O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, declarou que o ataque foi um “ato deliberado de violência contra crianças inocentes e pessoas que estavam em oração”.

Perspectivas futuras

Especialistas e líderes comunitários reforçam a necessidade de mudanças nas políticas de controle de armas, além de debates que abordem fatores sociais e de saúde mental. O massacre na escola ressalta a urgência de ações concretas para proteção das crianças e recompensa a mobilização por reformas legislativas mais rigorosas.

O caso permanece como um exemplo dramático da crise de violência armada nos Estados Unidos, colocando pressão sobre o governo para transformar palavras em ações efetivas na proteção dos cidadãos.

Para acompanhar os desdobramentos e debater as possíveis soluções, acesse nossos artigos relacionados e participe das discussões.

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