Recentemente, um usuário do Reddit perguntou quais casais fictícios em filmes e séries demonstraram ZERO química, e as respostas insistiram em nomes marcantes que, mesmo na ficção, destoaram pela falta de conexão. Essa falta de sintonia, muitas vezes, prejudica a imersão do público e até compromete o sucesso da obra.
Casais que não convenceram na tela
Entre as duplas mencionadas, destaque para Elphaba (Cynthia Erivo) e Fiyero (Jonathan Bailey) de Wicked, que, segundo alguns fãs, parecem mais colegas do que um casal apaixonado — a química que se espera não apareceu na adaptação musical. Da mesma forma, Belly (Lola Tung) e Jeremiah (Gavin Casalegno), de The Summer I Turned Pretty, foram apontados como exemplos de relação pouco convincente, o que prejudicou o apelo romântico da narrativa.
Outros nomes destacados
Na lista, também estão Lee (Lady Gaga) e Arthur (Joaquin Phoenix), do filme Joker: Folie à Deux, considerados por muitos como uma tentativa desajeitada de criar uma conexão emocional; Penelope (Nicola Coughlan) e Colin (Luke Newton), de Bridgerton, que nunca chegaram a parecer um casal apaixonado; e Joe (Penn Badgley) e Brontë (Madeline Brewer), de You, cuja interação foi apontada como fria e sem intimitate.
Fora do universo das séries, muitos apontaram ainda a relação de Paul (Timothée Chalamet) e Chani (Zendaya) em Duna como uma das mais forçadas, assim como Lucy (Dakota Johnson) e Harry (Pedro Pascal) em Materialists, que não conseguiram transmitir a paixão esperada entre os personagens.
Implicações da falta de química na tela
A ausência de sintonia entre atores pode afetar a recepção de uma história e até sua reputação. Segundo especialistas em atuação, química funcional é fundamental para criar a empatia necessária na relação de protagonistas, fator que muitas vezes garante o sucesso ou fracasso de uma produção.
Para o público, o que compensa uma narrativa fraca, muitas vezes, é a conexão genuína entre os personagens, que transmite autenticidade. Quando essa conexão falta, o enredo fica sedento de verossimilhança e, mesmo com roteiros bem escritos, pode parecer artificial ou artificial demais.
Reações e opiniões
Os comentários nas redes variaram, com fãs confirmando a força da química ou lamentando sua ausência. Uma internauta refletiu: “A química entre os atores é o que transforma um casal comum em algo memorável. Sem ela, tudo parece fantasioso demais”.
Apesar de lista longa, a discussão levanta a reflexão sobre o papel do elenco na construção de personagens cativantes e o quanto a sintonia entre atores é imprescindível para o sucesso de qualquer história de amor na tela.
Expectativas para o futuro
Especialistas defendem que, com os avanços nos processos de seleção de elenco e na preparação de atores, a tendência é que títulos futuros aprimorem essa conexão, entregando ao público relacionamentos mais genuínos e envolventes. Afinal, a química é uma das principais ingredientes para transformar histórias fictícias em experiências marcantes.