Brasil, 31 de agosto de 2025
BroadCast DO POVO. Serviço de notícias para veículos de comunicação com disponibilzação de conteúdo.
Publicidade
Publicidade

A imitação de Lisa Kudrow de uma porta-voz de direita radical viraliza e é comparada a políticos atuais

Clip resgatado mostra Kudrow satirizando uma porta-voz que nega fatos, gerando paralelos com o discurso político recente dos republicanos

Uma cena de Lisa Kudrow interpretando uma porta-voz de um partido de extrema-direita voltou a circular nas redes sociais, ganhando destaque por sua fidelidade às tentativas de negar fatos e criar desculpas, semelhantes ao comportamento de políticos republicanos atuais. O trecho faz parte do filme “Death to 2020”, lançado em 2020 pela Netflix, e tem sido usado por internautas para criticar a postura de figuras do espectro político dos Estados Unidos.

O que Kudrow faz na cena viralisada

Na gravação, Kudrow, no papel de “Un-Official Spokesperson” Jeanetta Grace Susan, tenta justificar críticas ao então governo Trump, negando evidências e desacreditando documentos. Ela afirma, por exemplo, que o relatório sobre um suposto envolvimento de Trump na Ucrânia é inexistente: “Não existe um país chamado Ucrânia”, diz ela, mesmo diante de uma filmagem do presidente fazendo essa referência.

Também é questionada sobre declarações de março, quando Trump afirmou que a pandemia simplesmente “passaria”, à qual responde com uma acusação de manipulação midiática: “O que a mídia faz é mentir, fabricar, fantasiar. O presidente nunca disse isso.” Mesmo após assistir a clipes que contradizem sua fala, ela insiste: “Isso nunca aconteceu”.

Reações e paralelos com a política atual

Desde que o vídeo foi compartilhado na plataforma X (antes Twitter), atingindo quase um milhão de visualizações, opiniões se multiplicaram. Muitos usuários viram na sátira um reflexo direto do discurso de governantes e porta-vozes republicanos, especialmente em relação às negações de fatos envolvendo o governo Trump e suas alegações de manipulação de informações.

Outro fator que colaborou para a viralização foi a associação com eventos recentes, como as controvérsias em torno dos arquivos de Jeffrey Epstein e declarações conflitantes de figuras do Partido Republicano. Uma internauta comentou: “Literalmente, todos os republicanos parecem se encaixar nesse perfil de mentiroso empedernido, que nega até provas concretas”.

Humor e frustração na reação do público

Para muitos, a paródia reforça a sensação de que a política atual muitas vezes parece um teatro de mentiras, e que essa postura é sustentada por uma resistência em aceitar fatos e evidências. Uma internauta compartilhou: “A vida era melhor quando tudo isso era só uma paródia”, refletindo o sentimento de cansaço diante da repetição dessas táticas.

Quem acompanha os debates políticos se depara frequentemente com discursos semelhantes ao da personagem interpretada por Kudrow, o que provoca tanto risos quanto desânimo, dada a aparente dificuldade de dialogar com certos membros do espectro político que continuam a negar fatos estabelecidos.

Impacto e discussões na internet

Apesar do humor, a viralização levanta debates importantes sobre a credulidade diante de informações, o papel das redes sociais na disseminação de desinformação e a dificuldade de convencer segmentos que insistem em negar verdades evidentes.

Qual sua opinião sobre essa situação? Compartilhe nos comentários e participe do debate.

PUBLICIDADE

Institucional

Anunciantes