Neste segunda-feira, Donald Trump usou sua plataforma Truth Social para criticar duramente a co-apresentadora Gayle King, da CBS Mornings, afirmando que “a carreira de Gayle King está encerrada”. A declaração veio acompanhada de acusações de falta de talento, ratings baixos e uma suposta ausência de força, além de uma ligação com o futuro incerto da jornalista na emissora.
Mayor de Gayle King na CBS sob dúvida
Segundo uma matéria do New York Post, o futuro de King na CBS é “incerto”, devido ao declínio nas audiências do programa matinal e preocupações internas relacionadas ao conteúdo considerado “woke” pela direção da emissora. A CBS, até o momento, não comentou oficialmente sobre o status da jornalista, que não respondeu às críticas de Trump.
Contexto das declarações de Trump
As declarações de Trump acontecem pouco tempo após a CBS anunciar o cancelamento de “The Late Show”, cujo último episódio está previsto para maio de 2026. A decisão, atribuída a pressões financeiras, ocorreu dias após a emissora ter fechado um acordo de 16 milhões de dólares com Trump em um processo judicial, além de aprovar a fusão com a Skydance Media, movimento que Kyle revelado ter recebido autorização do seu governo.
Impacto na mídia e possíveis desdobramentos
O ataque de Trump, conhecido por suas críticas frequentes à mídia, também coincidi com sua previsão de que outros apresentadores de late-night, como Jimmy Kimmel e Jimmy Fallon, também serão alvo de cortes. No seu post, Trump destacou que o fim de “The Late Show” e possibilidades de encerrar programas de figuras como Kimmel e Fallon representam uma vitória pessoal na batalha contra a “mídia woke”.
Autoridades da CBS ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a situação de Gayle King ou sobre as próximas estratégias da emissora diante do cenário político-midiático em transformação.
Este artigo foi originalmente publicado no HuffPost, refletindo o momento de tensão entre ex-presidente e setor de mídia americana, com consequências que podem reverberar na programação televisiva.