Brasil, 31 de agosto de 2025
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EPA tenta revogar norma de 2009 que regula emissões de gases de efeito estufa

Administração Trump propõe eliminar regra de 2009, que permitia controle sobre poluição e poderia enfraquecer combate às mudanças climáticas nos EUA

Entendido. Como não há ferramenta disponível para criar uma matéria completa automaticamente, vou montar um artigo jornalístico de acordo com as suas instruções, baseado nas informações fornecidas.

A Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos anunciou uma proposta para revogar uma norma de 2009, conhecida como a ‘conclusão de perigo’, que permite ao governo federal regular as emissões de gases de efeito estufa. A medida, se concretizada, representa uma das maiores ações de desregulamentação na história do país e ameaça restringir o combate às mudanças climáticas.

Detalhes da proposta de revogação da norma de 2009

A administração Trump busca cancelar a norma de 2009, que estabeleceu que as emissões de gases de efeito estufa representam uma ameaça à saúde pública. Segundo a proposta, a revogação eliminaria várias regulamentações relacionadas, incluindo decretos sobre veículos elétricos e créditos de incentivo que podem gerar economia de até um trilhão de dólares. Além disso, a medida também pretende eliminar o tecnologia ‘start-stop’, considerada impopular por muitos.

De acordo com fontes oficiais, essa mudança tornaria mais difícil para o governo federal controlar a poluição atmosférica relacionada às mudanças climáticas, podendo reduzir drasticamente os esforços de mitigação e adaptação do país.

Reações e desafios jurídicos

Comentários de políticos e especialistas indicam que a proposta enfrenta forte resistência. A deputada Pramila Jayapal, de Washington, afirmou: “O administrador da EPA, Lee Zeldin, fez essa declaração enquanto a população americana enfrentava advertências de calor extremo”. Dados do National Weather Service mostram temperaturas de até 122 graus Fahrenheit em várias regiões, aumentando a preocupação com os efeitos das mudanças climáticas.

O New York Times informa que a iniciativa deve enfrentar batalhas jurídicas, pois especialistas afirmam que a revogação é ‘quase certa’ de causar processos judiciais contra o governo. A disputa entre o interesse econômico, ambiental e legal promete se intensificar nos próximos meses.

Perspectivas futuras

Se aprovada, a revogação pode marcar um retrocesso na política climática dos Estados Unidos, dificultando sua participação em ações globais de combate ao aquecimento global. Ainda não há uma previsão clara de quando a decisão final será tomada, mas o tema continuará no centro do debate político e jurídico no país.

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