Brasil, 29 de agosto de 2025
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Mulher afirma ter correspondido com Bryan Kohberger no Tinder antes dos assassinatos

Uma mulher relatou às autoridades que conversou com Bryan Kohberger no aplicativo de namoro semanas antes do duplo homicídio na Universidade de Idaho, mas encerrou contato após perguntas perturbadoras.

Documentos recém-divulgados revelam que uma mulher norte-americana, cujo nome foi omitido, declarou à polícia que correspondeu com Bryan Kohberger, condenado pelos assassinatos de quatro estudantes na Idaho, em 2022. Ela contou que a relação foi interrompida após conversas sobre homicídio a deixarem desconfortável, segundo registros policiais.

Conversa que alertou a vítima

De acordo com o relatório, a mulher afirmou ter conversado com Kohberger no Tinder entre setembro e outubro de 2022, antes de seu paradeiro se tornar conhecido. Ela relatou que Kohberger se apresentou como estudante de criminologia na Washington State University, a cerca de oito milhas do local dos crimes.

Ela também revelou que planejaram se encontrar durante o recesso de Natal, quando ele retornaria para a casa dos pais na Pensilvânia. A mulher explicou que pagou um valor extra para ampliar os resultados de sua busca no aplicativo, pois não havia encontros na sua área.

Discussão perturbadora e decisão de cortar contato

Durante a conversa, Kohberger perguntou o que a mulher achava que seria a pior forma de morrer, e ela respondeu que seria com uma faca. Então, ele questionou: “Como uma Ka-Bar?”, referindo-se à faca usada nas investigações e encontrada ao lado de uma das vítimas.

Ela afirmou que não sabia o que era uma Ka-Bar e precisou pesquisar online. Logo após, decidiu encerrar o contato, pois os questionamentos de Kohberger a deixaram desconfortável, conforme o relatório da polícia.

Descoberta e investigações policiais

Somente após a prisão de Kohberger, em dezembro de 2022, a mulher reconheceu sua foto e lembrou do comentário relacionado à faca. Ela então entrou em contato com a polícia para relatar as conversas, levando à investigação formal.

A polícia informou que não conseguiu verificar a autenticidade do depoimento, pois ela não tinha mais acesso à conta no Tinder, e a plataforma afirmou que não há registros relacionados às informações fornecidas por ela.

Contexto e desfecho do caso

Kohberger foi condenado nesta semana pelos crimes, recebendo quatro penas de prisão perpétua. A sentença refere-se à morte de Kaylee Goncalves, Ethan Chapin, Xana Kernodle e Madison Mogen, ocorrida em novembro de 2022 na Universidade de Idaho.

Especialistas destacam que, apesar de a conversa em si não indicar envolvimento direto da mulher, o relato contribui para entender o contexto das investigações. A polícia continua analisando os detalhes das comunicações reveladas nos documentos oficiais.

Ao final, os investigadores reforçam que continuam procurando por evidências adicionais que possam relacionar Kohberger a outras possíveis ligações ou contatos suspeitos, enquanto o réu aguarda o cumprimento de suas penas em prisão perpétua.

**Meta descrição:** Mulher afirma ter conversado com Bryan Kohberger no Tinder antes dos assassinatos na Universidade de Idaho, mas encerrou contato após perguntas perturbadoras.

**Tags:** Polícia, Caso Idaho, Bryan Kohberger, Tinder, investigação, Crimes

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