Brasil, 2 de janeiro de 2026
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STF inicia oitivas sobre a trama golpista com depoimentos chocantes

O Supremo Tribunal Federal ouvirá Mauro Cid e outras testemunhas incertas sobre a trama golpista envolvendo ex-presidentes.

O Supremo Tribunal Federal (STF) dá início, nesta segunda-feira (14/7), a uma fase crucial de investigação relacionada à suposta trama golpista que envolve altos membros do governo anterior. O primeiro dia será marcado pelo depoimento do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, delator do caso. A oitiva visa esclarecer detalhes da suposta conspiração que ameaça a democracia brasileira.

Importância do depoimento de Mauro Cid

Mauro Cid será ouvido a partir das 14h, em um ambiente onde a pressão e expectativas são altas, visto que ele é considerado uma peça-chave para desvelar os bastidores da conspiração. Cid prestará suas declarações apenas uma vez ao ministro Alexandre de Moraes, que presidirá a sessão. Antes disso, outras testemunhas indicadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) serão ouvidas, incluindo nomes como Éder Lindsay Magalhães Balbino e Clebson Ferreira de Paula Vieira.

cronograma das oitivas no STF

De acordo com a programação do STF, as oitivas das testemunhas de defesa do núcleo 2 ocorrerão entre os dias 15 e 21 de julho, e poderão ser acompanhadas pela imprensa na sala de sessões da Primeira Turma. As testemunhas do núcleo 3 serão ouvidas de 21 a 23 de julho, enquanto as do núcleo 4 estão previstas para os dias 15 e 16 de julho. Todas as sessões terão início às 9h.

Um olhar sobre os réus

Os trabalhos serão conduzidos por juízes-auxiliares do gabinete de Moraes, conforme é prática em ações penais no STF, e a condução será realizada por videoconferência. A PGR já indicou um total de 178 testemunhas, e as defesas também poderão acompanhar e formular perguntas durante os depoimentos. Nomes como os filhos do ex-presidente, Carlos e Eduardo Bolsonaro, foram vetados para o interrogatório, uma decisão que pode impactar o andamento do processo.

A investigação se concentra em diferentes núcleos, cada um com réus que desempenham diversos papéis na suposta trama golpista. O núcleo 2, por exemplo, é acusado de usar recursos públicos para dificultar o acesso dos eleitores às urnas durante as eleições de 2022. Já o núcleo 3, segundo a PGR, teria envolvido militares em tentativas extremamente graves de manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder, inclusive planejando ações de impacto social que poderiam levar a assassinatos de figuras públicas.

Testemunhas e seus impactos

As oitivas envolvem uma complexa rede de testemunhas, onde alguns depoimentos podem ser cruciais para determinar a responsabilidade e a atuação de cada um dos acusados. Este processo envolve um número significativo de pessoas que, ao depor, podem oferecer visões diferentes sobre os fatos que ocorreram, ampliando a compreensão sobre a dinâmica da suposta conspiração.

O futuro das investigações

Com o avanço das oitivas, espera-se que mais informações venham à tona, revelando os detalhes da trama que, segundo a PGR, envolveu desde um esquema organizado até tentativas claras de tentar conturbar a democracia brasileira. O STF desempenha um papel fundamental neste processo, o que pode alterar o curso da política no país e ter repercussões profundas na nação.

As próximas semanas prometem ser intensas no STF, conforme as oitivas se desenrolam e novos desdobramentos surgem sobre o que realmente ocorreu durante um dos períodos mais tumultuados da história recente do Brasil.

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