A queda da abstenção no segundo turno é interpretada como sinal de maior participação dos brasileiros na decisão sobre o futuro de uma organização da qual são proprietários.
A análise compara a situação a uma empresa em crise, na qual até acionistas ausentes participam da assembleia para decidir quem ficará responsável pela administração do patrimônio.
O texto afirma que o mercado identifica quem ganhou, mas não compreende necessariamente quem venceu a disputa.
Fonte: O Globo