O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, negou nesta terça-feira, 27 de outubro de 2026, que esteja sendo cotado para comandar o Ministério da Fazenda e afirmou que pretende permanecer no cargo até o fim do mandato, em dezembro de 2028.
Questionado sobre a possibilidade de deixar o BC caso recebesse um convite, Galípolo disse que está satisfeito com a função atual e que não existe essa cotação.
Galípolo também afirmou que o Banco Central só intervirá no mercado de câmbio se identificar uma situação de disfuncionalidade.
Sobre a coordenação mencionada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, entre a pasta e o BC para uma normalização do mercado após o resultado das eleições, Galípolo afirmou que a atuação se limita à operacionalização, pelo Banco Central, do leilão de títulos do Tesouro Nacional.
Fonte: O Globo