Líderes de países das Américas, da Europa e da Ásia parabenizaram Luiz Inácio Lula da Silva pela vitória no segundo turno das eleições brasileiras, realizado no domingo (25). Até a manhã de segunda-feira (26), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Argentina, Javier Milei, ainda não haviam se manifestado.
O Tribunal Superior Eleitoral confirmou a vitória de Lula às 21h08 de domingo, quando 97% das urnas estavam apuradas. Naquele momento, o petista somava 51,74% dos votos, contra 48,26% de Flávio Bolsonaro.
O presidente do Paraguai, Santiago Peña, foi um dos primeiros líderes a reconhecer o resultado. José Antonio Kast, do Chile, Rodrigo Paz, da Bolívia, Yamandú Orsi, do Uruguai, José Raúl Mulino, do Panamá, Claudia Sheinbaum, do México, Keiko Fujimori, do Peru, e Daniel Noboa, do Equador, também cumprimentaram Lula.
No Canadá, o primeiro-ministro Mark Carney afirmou que pretende aprofundar a parceria com o Brasil. Em Cuba, Miguel Díaz-Canel classificou o resultado como uma vitória histórica e chamou Lula de caro irmão.
Na Europa, Emmanuel Macron, da França, Pedro Sánchez, da Espanha, e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, destacaram a necessidade de fortalecer a cooperação com o Brasil. Von der Leyen associou a vitória à democracia e ao multilateralismo.
Na Ásia, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, afirmou que espera ampliar a parceria estratégica entre os dois países. A China também felicitou Lula por meio do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun.
Milei apoiou Flávio Bolsonaro durante a campanha, enquanto Trump manteve uma postura de neutralidade. Nos Estados Unidos, parlamentares democratas, como Joaquín Castro e Bernie Sanders, celebraram a vitória, enquanto o senador estadual de Oklahoma Shane Jett e Donald Trump Jr. questionaram o resultado.
Fonte: O Globo