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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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Ponte mais alta do mundo atrai 3,3 milhões de visitantes na China

Ponte em Guizhou, na China, recebeu 3,3 milhões de visitantes até agosto de 2026 e impulsionou o turismo e os negócios locais.

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Inaugurada em setembro de 2025, a Ponte do Grande Cânion de Huajiang recebeu cerca de 3,3 milhões de visitantes até agosto de 2026, na província de Guizhou, no sudoeste da China.

A estrutura fica 626,01 metros acima do rio Beipan e é considerada a ponte mais alta do mundo nessa medida, segundo certificação do Guinness World Records. Com 2,89 quilômetros de extensão e vão principal de 1.420 metros, ela também reduziu de cerca de duas horas para aproximadamente dois minutos o deslocamento entre áreas separadas pelo cânion.

Além da ligação rodoviária, a ponte passou a integrar a infraestrutura turística da região. Plataformas de observação com piso de vidro, passarelas suspensas e atividades como bungee jumping atraem visitantes interessados na paisagem e em experiências de aventura.

O fluxo de turistas impulsionou negócios locais. Uma hospedagem ampliou o número de quartos de nove para 52, enquanto hotéis, pousadas, cafés e outros estabelecimentos aumentaram a oferta de serviços e passaram a divulgar acomodações e passeios em plataformas digitais.

Durante o feriado do Ano-Novo Lunar, em fevereiro de 2026, a área de serviços próxima à ponte recebeu mais de 300 mil visitas em nove dias. Um hotel com 83 quartos foi projetado para oferecer vista para a estrutura.

A expansão do turismo também exigiu melhorias na infraestrutura de telecomunicações. Operadoras ampliaram a cobertura de telefonia móvel na região montanhosa, onde a conexão entre localidades é dificultada pelo relevo.

Um estudo sobre grandes pontes construídas em Guizhou apontou que os ganhos de acessibilidade proporcionados por essas obras diminuíram com a expansão da rede de rodovias da província. Segundo a análise, a manutenção dos efeitos econômicos depende também de um fluxo contínuo de visitantes e do estímulo a atividades locais.

Fonte: O Globo

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