O Guia de Compras do g1 testou cinco celulares Android intermediários em 2026 e encontrou preços entre R$ 2.100 e R$ 7.000 em consultas realizadas em outubro nas principais lojas da internet.
A categoria, que antes reunia aparelhos de até R$ 3.000, passou a ter valores mais altos em meio à disputa por chips e memória RAM usados em serviços de inteligência artificial, segundo a análise. Com cerca de R$ 4.500, também é possível comprar modelos de topo de linha de uma ou duas gerações anteriores, como o iPhone 16 ou o Galaxy S25.
Participaram do comparativo o Jovi V70, na faixa de R$ 3.000; o Motorola Edge 70 Pro, entre R$ 3.200 e R$ 4.500; o Oppo Reno 16, de R$ 5.000 a R$ 7.000; o Realme 16, por cerca de R$ 2.400; e o Samsung Galaxy A57, entre R$ 2.100 e R$ 2.400.
Nos testes de desempenho, o Motorola Edge 70 Pro e o Galaxy A57 dividiram a liderança. O Jovi V70 e o Oppo Reno 16 vieram na sequência, enquanto o Realme 16 ficou em último. Na avaliação gráfica, o Edge 70 Pro liderou, seguido por Oppo, Samsung, Jovi e Realme.
O Jovi V70 teve a maior duração de bateria, com 27h15, seguido pelo Realme 16, com 19h39. O Galaxy A57, que tem a menor bateria do grupo, com 5.000 mAh, registrou 17h32. O Edge 70 Pro e o Reno 16 empataram em 16h47.
As baterias do Jovi V70 e do Realme 16 têm capacidade de 7.000 mAh. O Motorola tem 6.500 mAh, o Oppo, 6.000 mAh, e o Samsung, 5.000 mAh. Os resultados podem variar conforme o uso e não indicam necessariamente o tempo até a carga acabar.
O Jovi V70 tem câmera principal de 200 megapixels. Motorola e Oppo oferecem três câmeras traseiras de 50 MP, enquanto o Galaxy A57 combina lentes de 50 MP, 12 MP e 5 MP. O Realme 16 tem câmera principal de 50 MP e sensor de 2 MP para o modo retrato.
Na avaliação geral, o Edge 70 Pro foi considerado o mais potente e completo, mas ficou como segunda opção em custo-benefício. O Galaxy A57 foi apontado como o melhor custo-benefício por reunir agilidade e preço competitivo.
O Jovi V70 se destacou pela bateria e pela câmera de 200 MP; o Oppo Reno 16 combinou desempenho, câmeras e formato compacto, mas teve preço mais alto; e o Realme 16 priorizou bateria, design e preço, com configurações inferiores às dos concorrentes.
Os aparelhos foram emprestados pelas fabricantes e serão devolvidos. A Xiaomi foi convidada a participar com o Redmi Note 17 Pro Max, mas decidiu não enviar um smartphone.
Fonte: g1