Ir para o conteúdo

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Jornalismo local, independente e responsável

Jornal Diário do Povo

POLÍTICA

Camilo, Fonteles e Janones ampliam influência após segundo turno

Camilo Santana, Rafael Fonteles e André Janones ampliam influência após a virada de Lula no segundo turno das eleições de 2026.

Compartilhe
WhatsApp
Fonteles, Camilo e janones - os novos generais de Lula
Crédito: Arte/DP

Após a virada de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições de 2026, o governador do Piauí, Rafael Fonteles, o senador Camilo Santana (CE) e o deputado André Janones (Rede-MG) ganharam espaço na campanha e passaram a ser apontados como nomes influentes no próximo mandato do presidente.

Camilo Santana participou da articulação de políticas públicas e reforçou a comunicação da candidatura com entrevistas diárias sobre a campanha. Segundo aliados, o senador, que foi governador do Ceará por dois mandatos e ministro da Educação, passou a ser cotado para comandar a Casa Civil.

Rafael Fonteles atuou na comunicação e ajudou Lula na preparação para os debates. De acordo com um aliado, o governador reeleito do Piauí também defendeu mudanças no comportamento do candidato, incluindo o uso de vídeos feitos com celular e a participação em canais digitais.

Fonteles e Camilo chegaram à campanha presidencial no segundo turno, depois de Flávio Bolsonaro obter vantagem na primeira etapa. A avaliação de aliados é que os dois contribuíram para mudar a dinâmica da candidatura, junto às mobilizações espontâneas nas ruas.

O ex-ministro Rui Costa também saiu fortalecido internamente no partido. Escolhido pela coordenação da campanha para acompanhar Lula em viagens no segundo turno, ele é senador eleito e já comandou a Casa Civil.

Janones ganhou projeção ao liderar a criação do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que, segundo o conteúdo original, reuniu mais de 10 milhões de seguidores em três semanas. Integrantes do governo avaliam que o deputado poderá influenciar a comunicação do próximo mandato e a escolha do ministro responsável pela Secretaria de Comunicação Social.

Fonte: O Globo

Leia também