O vice-presidente Geraldo Alckmin votou no início da tarde deste domingo (25), no Colégio Santo Américo, no Jardim Colombo, na Zona Oeste de São Paulo, e criticou episódios de violência contra apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrados na véspera do segundo turno.
Alckmin estava acompanhado da esposa, Lu Alckmin, e de aliados políticos, entre eles os ex-ministros Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a deputada federal Tabata Amaral e o presidente do PSDB, José Aníbal.
Após votar, o vice-presidente manifestou solidariedade à vereadora Iara Pimentel, agredida durante uma carreata de apoio a Lula em Montes Claros (MG), e ao engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, espancado depois de deixar um ato político em Santos, no litoral paulista.
Segundo Alckmin, os dois foram agredidos por manifestarem suas opiniões políticas. Ele afirmou estar confiante no resultado da votação e destacou a mobilização de apoiadores durante a campanha, tanto nas ruas quanto nas redes sociais.
O vice-presidente também comparou o atual momento político ao movimento Diretas Já, ocorrido na década de 1980, e mencionou a participação de jovens e as manifestações realizadas em cidades do interior e nas capitais.
Durante a conversa com jornalistas, Alckmin fez ainda uma avaliação positiva do governo e citou avanços, segundo sua declaração, em áreas como renda, emprego, economia, educação, saúde e proteção ambiental. Ele disse que aguardaria o resultado das urnas com humildade e confiança.
Fonte: G1