Em coluna publicada pelo jornal O Globo em outubro de 2026, o texto retoma uma frase atribuída ao treinador Otto Glória para refletir sobre as mudanças de avaliação no futebol: hoje alguém pode ser tratado como uma besta e, amanhã, como bestial.
A análise propõe um afastamento momentâneo do frenesi eleitoral para abordar a solidão de quem fracassa diante de uma multidão. O texto descreve essa experiência como uma das formas mais amargas de solidão.
O artigo também relaciona o futebol a avaliações extremas, que oscilam rapidamente entre a euforia e o apocalipse.
Fonte: O Globo