Em coluna publicada no jornal O Globo, Gustavo Poli retoma uma frase atribuída ao treinador Otto Glória para refletir sobre as rápidas mudanças de avaliação no futebol: hoje alguém pode ser considerado uma besta e, amanhã, um nome bestial.
O texto se afasta momentaneamente do frenesi eleitoral para abordar a solidão de quem fracassa diante de uma multidão. A coluna descreve esse isolamento como uma das experiências mais amargas ligadas ao futebol.
O artigo também contrapõe o sentimento bipolar associado ao ambiente eleitoral, marcado por euforia e pessimismo, à instabilidade vivida por jogadores e treinadores diante dos resultados.
Fonte: O Globo