Pesquisa Quaest divulgada em 21 de outubro aponta que 60% do eleitorado consideram eleitoreiras as medidas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas últimas semanas. Para 32%, as ações são necessárias, independentemente de terem sido anunciadas durante a eleição.
Outros 5% avaliam que as medidas têm as duas características. Entre os eleitores que declararam voto em Lula no segundo turno, 61% classificam as ações como necessárias e 21% as consideram eleitoreiras.
Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), o resultado se inverte: 90% avaliam que as decisões de Lula têm caráter eleitoreiro. No recorte por escolaridade, o grupo que mais considera as medidas necessárias é o dos eleitores com ensino fundamental, com 42%. Entre os bolsonaristas, 94% as classificam como eleitoreiras.
Nas últimas semanas, Lula reforçou o subsídio para combustíveis, anunciou um pacote para Microempreendedores Individuais (MEIs) e uma nova edição do programa Desenrola. Na reta final antes do primeiro turno, também proibiu a atuação de bets no país e reajustou o Bolsa Família.
Fonte: O Globo