O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defenderam a preservação das instituições democráticas durante evento do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), realizado na terça-feira (20), em Brasília.
As declarações ocorreram na reta final do segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Motta afirmou que instituições fortes dependem de diálogo, respeito às competências de cada Poder e busca por convergências. Segundo ele, defender o Estado Democrático de Direito é uma obrigação independentemente do resultado da eleição.
O Republicanos, partido de Motta, declarou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno. A direção nacional da sigla, porém, liberou os diretórios de Pernambuco e da Paraíba para apoiar Lula.
Gilmar Mendes defendeu a integridade do sistema eleitoral brasileiro e afirmou que o processo é apurado pela Justiça Eleitoral com rapidez, transparência e segurança. O ministro também disse que a Constituição de 1988 resistiu a provações severas e continuará protegida como uma conquista da sociedade.
Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno à frente, com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%.
Fonte: O Globo