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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

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MÚSICA

D’Leesa leva produção independente e soul sáfico ao Brasil em novembro

Cantora americana de 21 anos, D’Leesa fará sua primeira apresentação no Brasil em novembro, nos festivais Batekoo e No Ar Coquetel Molotov.

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A cantora americana Cassidy D’Leesa Dzoole, conhecida como D’Leesa, fará sua primeira apresentação no Brasil em novembro, com shows nos festivais Batekoo, em São Paulo, no dia 14, e No Ar Coquetel Molotov, no Recife, no dia 28.

Aos 21 anos, a artista de Atlanta, na Geórgia, ganhou projeção na internet ao produzir praticamente todas as etapas do próprio trabalho. Ela compõe, canta, produz, faz a mixagem, dirige videoclipes e administra a divulgação e a venda de produtos relacionados à carreira.

D’Leesa contou ao g1 que começou a gravar vocais no carro da mãe, usando o microfone dos fones de ouvido e o GarageBand para montar as músicas. Ela afirma que compunha desde os 6 anos, mas interrompeu a atividade na adolescência após ser pressionada a seguir uma trajetória ligada às áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Depois de concluir o ensino médio, em 2023, a cantora retomou os interesses musicais. Em 2025, comprou um microfone profissional e passou a publicar vídeos frequentes no TikTok, no YouTube e no Instagram.

O alcance aumentou após um vídeo em que cantava “Higher” viralizar no TikTok, em outubro de 2025. Dias depois, a música entrou na playlist Fresh Finds, do Spotify, segundo a artista.

D’Leesa define seu estilo como “soul sáfico suave”, com canções etéreas ou dançantes sobre o amor entre mulheres. Ela também afirma que a música se tornou uma fonte real de renda, por meio de streaming, vendas diretas, shows e outras oportunidades profissionais.

A passagem pelo Brasil integra a primeira turnê da cantora. De acordo com D’Leesa, o país é o segundo que mais ouve suas músicas, conforme as estatísticas disponíveis no Spotify for Artists.

Para a estreia nos palcos, a artista disse que tem feito exercícios enquanto canta e ensaiado o show como se já estivesse diante do público. Ela espera que os eventos no país sejam uma celebração da música, da expressão queer e do amor.

Fonte: g1

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