A cantora americana Cassidy D’Leesa Dzoole, conhecida artisticamente como D’Leesa, fará sua primeira apresentação no Brasil em novembro, nos festivais Batekoo, em São Paulo, e No Ar Coquetel Molotov, no Recife.
Aos 21 anos, a artista de Atlanta, na Geórgia, compõe, canta, produz, mixa as próprias músicas e dirige os videoclipes. O trabalho independente conquistou ouvintes em diferentes países, e o Brasil se tornou o segundo mercado com mais reproduções de suas canções, segundo dados consultados pela cantora no Spotify for Artists.
D’Leesa começou a gravar vocais no carro da mãe, usando o microfone dos fones de ouvido e o aplicativo GarageBand. Ela conta que compunha desde os 6 anos, mas interrompeu a atividade na adolescência após ser pressionada a seguir uma carreira ligada às áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.
Depois de concluir o ensino médio, em 2023, a artista retomou a música. Em 2025, comprou um microfone profissional e passou a divulgar o trabalho diariamente no TikTok, no YouTube e no Instagram, com vídeos gravados no próprio quarto.
O alcance aumentou depois que D’Leesa publicou no TikTok um vídeo cantando Higher, em outubro de 2025. A repercussão levou a música à playlist Fresh Finds, do Spotify, e ampliou o público da cantora.
A artista descreve seu estilo como “soul sáfico suave”, com músicas etéreas ou dançantes e letras sobre o amor entre mulheres. Além de produzir as faixas e os vídeos, ela mantém um site para divulgar o trabalho, vender produtos e oferecer músicas personalizadas.
D’Leesa afirma que a música já se tornou uma fonte de renda por meio de streaming, vendas diretas, shows e outras atividades relacionadas ao trabalho. A passagem pelo Brasil integra a primeira turnê da cantora, que espera transformar os shows em uma celebração da música, da expressão queer e do amor.
Fonte: g1