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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

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SEGURANÇA

Adolescente é apreendido por suspeita de tentar matar ex-síndica em Pacajus

Adolescente é apreendido em Fortaleza por suspeita de participar da tentativa de homicídio de ex-síndica em Pacajus.

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Um adolescente de 17 anos foi apreendido nesta quarta-feira (21), no bairro Messejana, em Fortaleza, por suspeita de participação na tentativa de homicídio de uma ex-síndica de 54 anos em Pacajus, na Região Metropolitana de Fortaleza. Segundo a Polícia Civil, uma mulher e o filho dela, apontados como envolvidos no crime, já haviam sido presos no domingo (18).

As investigações indicam que os suspeitos teriam acreditado que a vítima denunciou o tráfico de drogas na região. De acordo com a polícia, a mulher foi retirada do apartamento onde morava, levada para os fundos do condomínio e interrogada antes de ser conduzida a uma área de mata.

A Polícia Civil afirma que o adolescente e Francisco Davi da Silva Bezerra, de 28 anos, participaram da ação. Meyriane da Silva Alves, de 43 anos, é apontada pelos investigadores como suspeita de ter determinado a execução após falar com a vítima por chamada de vídeo.

Conforme a investigação, a mulher foi baleada ao menos uma vez. Os suspeitos ainda tentaram atirar contra a cabeça dela, mas a arma falhou. A vítima teria se fingido de morta e foi deixada em um córrego; depois, conseguiu fugir e buscar atendimento médico.

A mulher recebeu os primeiros cuidados em uma unidade de saúde de Pacajus e foi transferida para o Instituto Doutor José Frota (IJF), em Fortaleza. O ataque ocorreu em 20 de setembro.

A defesa de Meyriane e Francisco afirmou, em nota divulgada nas redes sociais por uma familiar, que os fatos ainda precisam ser apurados e que não havia denúncia criminal oferecida até a publicação da reportagem. Os advogados também pediram respeito à presunção de inocência e às garantias constitucionais.

A Polícia Civil informou que continua investigando o caso para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer as circunstâncias do crime. Os nomes dos suspeitos são apresentados conforme a apuração policial, e eles não têm culpa definida pela Justiça.

Fonte: g1 Ceará

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