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terça-feira, 20 de outubro de 2026

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Felca retorna ao YouTube e relata bullying e fobia social

Felca retorna ao YouTube, relata bullying e fobia social e anuncia desafio de 90 dias para enfrentar situações sociais.

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O influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, publicou nesta terça-feira (20) um novo vídeo no YouTube, o primeiro desde “Adultização”, produção divulgada em agosto de 2025. No conteúdo, ele relata episódios de bullying, fala sobre o diagnóstico de fobia social e aborda períodos de ideação suicida na adolescência.

Segundo Felca, as agressões começaram na escola e ocorreram de forma recorrente entre os 12 e os 18 anos. Ele descreveu episódios de violência física, humilhações e exclusão social, que, de acordo com seu relato, contribuíram para o desenvolvimento da fobia social.

O influenciador afirmou que ainda apresenta reações físicas intensas em situações sociais e que, durante anos, recorreu ao álcool para participar de gravações, eventos e entrevistas. Ele também contou que sofreu fraturas em duas costelas após desmaiar em casa depois de beber durante a produção de um vídeo em Londrina.

Na parte final da gravação, Felca anunciou o projeto “#sinfel”, que prevê 90 dias de enfrentamento gradual de situações que normalmente evitaria. A proposta inclui aceitar convites e interagir em espaços públicos sem recorrer ao álcool.

Felca também disse que pretende realizar palestras gratuitas em escolas públicas e privadas sobre os impactos do bullying. Ao abordar a saúde mental, mencionou ideias do psiquiatra Viktor Frankl e da logoterapia sobre a busca de propósito em períodos de sofrimento.

O vídeo marca o retorno do influenciador após “Adultização”, publicado em agosto de 2025. Na produção, Felca denunciou situações que classificou como exploração de crianças e adolescentes por criadores de conteúdo e citou o influenciador Hytalo Santos.

A repercussão do vídeo levou o tema da proteção de menores nas redes sociais ao debate político e jurídico. Posteriormente, o Senado aprovou um projeto de lei com obrigações para plataformas digitais, mecanismos de proteção e multas que podem chegar a R$ 50 milhões em caso de descumprimento.

Fonte: g1

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