O cantor, compositor e músico Benito Di Paula morreu na noite de domingo (18), aos 84 anos, no Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Segundo informações divulgadas pelo blog de Mauro Ferreira, do g1, a morte ocorreu em decorrência de complicações de um câncer de próstata, contra o qual o artista lutava havia cerca de um ano.
Nascido Uday Velloso em Nova Friburgo (RJ), Benito foi criado no Rio de Janeiro e se tornou um dos artistas mais populares do Brasil na década de 1970. Ele definia seu estilo como o de um “sambeiro” e “pianeiro”, combinando a percussão do piano com instrumentos tradicionais do samba.
A carreira fonográfica começou em 1967, e o primeiro álbum foi lançado em 1971. O reconhecimento nacional veio com “Retalhos de cetim”, de 1973, seguido por sucessos como “Charlie Brown”, “Do jeito que a vida quer”, “Tudo está no seu lugar” e “Proteção às borboletas”.
Benito permaneceu ligado à gravadora Copacabana durante boa parte do auge de sua carreira e continuou lançando discos até os anos 2020. Seus trabalhos mais recentes foram “A felicidade é nossa”, de 2017, e “O infalível zen”, de 2021.
A obra do cantor passou por nova valorização nos últimos anos. Em 2025, Benito foi homenageado pela escola de samba Águia de Ouro, que o levou como tema do desfile no Carnaval de São Paulo.
Até a publicação da informação, não haviam sido divulgados detalhes sobre o velório e o enterro.
Fonte: g1