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sábado, 17 de outubro de 2026

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POLÍTICA

Carta reúne juristas e ex-ministros em apoio à reeleição de Lula

Carta articulada por Marina Silva reúne ex-ministros, juristas e acadêmicos em apoio à reeleição de Lula e Alckmin.

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Uma carta em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) reuniu, neste sábado (17), em São Paulo, mais de 15 personalidades de diferentes áreas.

O documento foi apresentado durante um encontro no Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd-SP). A iniciativa foi articulada pela ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) e contou com a participação de Alckmin, da ex-ministra Simone Tebet (PSB) e do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT).

Entre os signatários estão Aloysio Nunes Ferreira, que foi ministro das Relações Exteriores no governo Michel Temer; Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça de Fernando Henrique Cardoso e um dos autores do pedido de impeachment de Dilma Rousseff; Beatriz Cardoso, filha de FHC; o diplomata Rubens Ricupero; e o ambientalista Fabio Feldmann.

Também assinam a carta Beatriz Bracher, Carlos Nobre, Claudia Costin, Eduardo Giannetti, Floriano Pesaro, José Carlos Carvalho, Izabella Teixeira, José Carlos Dias, Rosiska Darcy de Oliveira e Oscar Vilhena.

Intitulado “Uma declaração de apoio à reeleição de Lula e Alckmin”, o texto defende a democracia, a estabilidade institucional, o desenvolvimento com justiça social e ambiental, a proteção ambiental, a redução da desigualdade e a atuação multilateral do Brasil nas relações internacionais.

Os signatários afirmam que a eleição envolve a preservação das instituições democráticas, o equilíbrio entre os Poderes e as liberdades individuais. A carta também apresenta críticas ao projeto político representado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula no segundo turno, segundo o documento.

O texto afirma ainda que o apoio eleitoral não representa adesão irrestrita ao governo. Parte dos signatários declarou manter divergências com Lula e preservar a independência para criticar a administração federal.

Fonte: G1

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