Ir para o conteúdo

domingo, 18 de outubro de 2026

Jornalismo local, independente e responsável

Jornal Diário do Povo

POLÍTICA

Atiradores de elite da PM chamam atenção em ato de Flávio Bolsonaro na Paulista

Atiradores de elite da Polícia Militar foram vistos em prédios durante comício de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista neste domingo (18).

Compartilhe
WhatsApp

Atiradores de elite da Polícia Militar foram posicionados no alto de edifícios durante o comício de Flávio Bolsonaro (PL) na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (18), e chamaram a atenção dos apoiadores e das redes sociais.

Os agentes foram vistos em prédios como o Brazilian Financial Center, no número 1.374 da avenida. Segundo a Polícia Militar, a medida foi "protocolar e preventiva, adotada conforme diretrizes internacionais de segurança".

A corporação afirmou que a presença de autoridades dos Poderes Executivo e Legislativo no evento justificou a adoção de protocolos rigorosos de segurança.

Batizado de "Bloco 22", o ato reuniu 71,9 mil pessoas, segundo estimativa do Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e da organização More in Common. Entre os presentes estavam Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ricardo Nunes (MDB), Guilherme Derrite (PP-SP) e Deltan Dallagnol (Novo-PR).

Flávio chegou ao local por volta das 11h15 e discursou cerca de uma hora depois, após uma oração do Pai-Nosso conduzida pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O senador pelo Rio de Janeiro afirmou que Jair Bolsonaro voltará à Presidência e disse que pretende governar o país.

Antes do fim do ato, pouco depois das 13h, Flávio declarou que se pouparia para o debate da Rede Bandeirantes, marcado para a noite de domingo. Ele também citou a mulher, Fernanda, e pediu que os apoiadores acompanhassem o debate.

A maioria do público usava camisas da seleção brasileira e carregava bandeiras com o número do candidato do PL. A organização pediu que fossem recolhidas bandeiras de outros países, enquanto apoiadores levaram um míssil inflável com a frase "Trump nuke Brazil" e um pedido para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacasse o Brasil com armas nucleares.

Fonte: O Globo

Leia também