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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

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ELEIÇÕES

Snipers da PM são posicionados em prédios durante ato de Flávio Bolsonaro na Paulista

Atiradores de elite da PM foram vistos em prédios durante comício de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista, neste domingo (18).

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Atiradores de elite da Polícia Militar foram posicionados no alto de edifícios durante o comício de Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo (18) na Avenida Paulista, em São Paulo. A presença dos agentes chamou a atenção de apoiadores e repercutiu nas redes sociais.

Os policiais foram vistos em prédios como o Brazilian Financial Center, no número 1.374 da avenida. Segundo a Polícia Militar, a medida foi "protocolar e preventiva, adotada conforme diretrizes internacionais de segurança".

A corporação informou que o evento reuniu autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, o que, segundo a PM, justificou a adoção de protocolos rigorosos.

Batizado de "Bloco 22", o ato reuniu 71,9 mil pessoas, de acordo com estimativa do Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e da organização More in Common. Entre os participantes estavam o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e os senadores eleitos Guilherme Derrite (PP-SP) e Deltan Dallagnol (Novo-PR).

Flávio chegou à avenida por volta das 11h15 e discursou às 12h30, após o público rezar o Pai-Nosso a pedido do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O candidato afirmou que faltavam sete dias para, segundo suas palavras, "livrar o Brasil do PT", e disse que Jair Bolsonaro colocaria a faixa presidencial no filho.

Antes do encerramento, pouco depois das 13h, Flávio afirmou que se pouparia para o debate da Rede Bandeirantes, previsto para a noite de domingo. Ele também citou a esposa, Fernanda, e pediu que os apoiadores acompanhassem o confronto com Luiz Inácio Lula da Silva.

A maioria do público usava camisas da seleção brasileira e carregava bandeiras com o número do candidato do PL. Também foram registradas bandeiras com símbolos dos Estados Unidos, do Brasil e de Israel; a organização pediu que os estandartes de outros países fossem recolhidos.

Apoiadores levaram ainda um míssil inflável com a frase "Trump nuke Brazil", em referência a um pedido para que o presidente dos Estados Unidos atacasse o Brasil com armas nucleares. Imagens do objeto circularam nas redes sociais.

Fonte: O Globo

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