Ashley St. Clair afirma ter recusado um acordo de confidencialidade relacionado a Elon Musk, que, segundo ela, previa US$ 15 milhões à vista e pagamentos mensais de US$ 100 mil por 21 anos. A declaração foi dada em entrevista ao The New York Times, em setembro de 2026.
St. Clair, ex-influenciadora conservadora, teve um filho com Musk em 2024. Ela contou que recebeu o documento quando estava dois meses após o parto, enviado por Jared Birchall, gestor financeiro e assessor do empresário, por meio de uma mensagem temporária no aplicativo Signal.
Segundo St. Clair, o acordo a proibiria de falar sobre Musk ou sobre o relacionamento pelo resto da vida, e as restrições também se estenderiam aos herdeiros. Ela poderia contar ao filho quem é o pai, mas não poderia revelar a informação ao outro filho nem a outras pessoas.
Musk negou que tenha oferecido o acordo. Em uma publicação na rede social X, afirmou que isso nunca foi oferecido e acusou St. Clair de ter um histórico de fazer alegações falsas. O empresário também criticou o documentário Musk, dirigido por Alex Gibney, no qual ela aparece.
St. Clair disse que decidiu falar por considerar a questão moral. Segundo ela, Birchall perguntou se pretendia usar a liberdade de expressão como uma arma, ao que respondeu que a dignidade dos filhos não era uma mercadoria.
No documentário, St. Clair também aborda seu afastamento do movimento MAGA. Ela afirmou que passou a se incomodar com manifestações de misoginia e racismo e disse que hoje pretende assumir a responsabilidade por declarações e posições que defendeu no passado.
Fonte: O Globo