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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

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SEGURANÇA

Filha de Elize Matsunaga e avós não estavam em mansão invadida em São Paulo

Filha de Elize Matsunaga e os avós não estavam na mansão invadida por assaltantes em Pinheiros; três suspeitos morreram em confronto com a PM.

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A filha de Elize Matsunaga e os pais de Marcos Matsunaga não estavam na mansão da família invadida por ao menos quatro assaltantes armados na tarde de quarta-feira (14), em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, segundo policiais ouvidos pelo g1.

Três funcionários que estavam no imóvel foram feitos reféns e resgatados pela Polícia Militar. A ocorrência terminou com três suspeitos mortos em confronto com os agentes, um homem de 39 anos preso em flagrante e um policial ferido no ombro.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, um suspeito foi detido no pavimento térreo da residência. Outros três foram localizados pelos policiais e houve troca de tiros; dois morreram no local e o terceiro foi levado a uma unidade de pronto atendimento, mas não resistiu.

O policial ferido foi encaminhado ao Hospital das Clínicas. As armas apreendidas foram encaminhadas para perícia, e a PM abriu um Inquérito Policial Militar para apurar a atuação dos agentes.

O caso foi registrado como roubo a residência no 14º Distrito Policial, em Pinheiros, que solicitou apoio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. Ainda não havia confirmação sobre eventual subtração de bens nem sobre a participação de outros criminosos.

Segundo os policiais, o imóvel pertence a Mitsuo Matsunaga e Misako Kitano, pais de Marcos Matsunaga. A filha de Marcos e Elize, hoje adolescente, passou a morar com os avós após o assassinato do empresário, em 2012.

A residência já havia sido roubada em agosto de 2023, quando Mitsuo, a mulher e a neta foram rendidos durante a madrugada. Na ocasião, os criminosos levaram dinheiro, joias, celulares e duas armas registradas em nome do empresário.

Marcos Matsunaga foi morto por Elize em maio de 2012. Condenada por homicídio qualificado, destruição e ocultação de cadáver, ela teve a pena reduzida pelo Superior Tribunal de Justiça para 16 anos e três meses e deixou a prisão em 2022, em liberdade condicional.

Fonte: g1

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