Durante a gestão de Márcio Canella (União), a Prefeitura de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, firmou um contrato de R$ 2,8 milhões com um posto de combustível apontado pela Polícia Federal como parte de um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao crime organizado. Canella foi preso na quinta-feira, 15 de outubro de 2026.
Eleito o segundo deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro, Canella é descrito pela PF como "patrono político" e "articulador de alto escalão" de uma organização criminosa ligada ao Comando Vermelho.
As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo.
Fonte: O Globo