A votação sobre o fim da jornada 6x1, realizada 11 dias antes do segundo turno, reacendeu o debate sobre o uso eleitoral da proposta de redução da jornada de trabalho.
Segundo análise publicada por Miriam Leitão, o senador Flávio Bolsonaro mudou de posição na véspera da votação e apoiou a medida, embora tivesse se manifestado contra a proposta anteriormente.
O candidato do PL à Presidência vinha defendendo outra alternativa, apresentada pelo senador Rogério Marinho, coordenador de sua campanha. A proposta prevê o pagamento de salários e benefícios conforme as horas trabalhadas.
A análise classifica o projeto de trabalho por hora como inadequado e afirma que ele foi pouco explicado durante o debate.
Fonte: O Globo